Diário da Região

31/08/2017 - 00h00min

Agricultura

Meta ambiciosa para os próximos cinco anos

Agricultura

AMA/Divulgação Eumar Novacki, ontem: “Esses recursos das exportações são injeção na veia da economia”
Eumar Novacki, ontem: “Esses recursos das exportações são injeção na veia da economia”

Aumentar em três pontos porcentuais a participação do Brasil no mercado internacional do setor, passando dos atuais 7% para 10% nos próximos cinco anos, o que representaria um incremento de US$ 30 bilhões. Esta é a ambição do ministro interino da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Eumar Novacki, como revelou durante a abertura do Congresso da AMA em Rio Preto nesta quarta-feira, 30. “Esses recursos das exportações são injeção na veia da economia”, afirmou o ministro em exercício. O titular da pasta, Blairo Maggi, acompanha o presidente Michel Temer (PMDB) em viagem à China.

Para conseguir alcançar essa meta, Novacki aposta na “desburocratização da agricultura”. De acordo com o ministro interino, foram identificados mais de 900 problemas colocados na mesa. Deste total, 750 entraves do setor produtivo foram resolvidos. “Eram questões de burocracia excessiva que existiam há mais de 15 anos, coisa de legislação antiga”, afirmou Novacki. “Muitos dos problemas resolvidos não precisam de recursos públicos, mas de vontade política.”

Mea culpa

Durante palestra no evento, ele afirmou que foram necessárias medidas “impopulares” após a crise provocada pela operação Carne Fraca. “Ainda existe desconfiança grande no mercado”, afirmou Novacki ao dizer que foram identificadas graves falhas no ministério.

Ao se dirigir à senadora Marta Suplicy, o ministro interino falou sobre a ausência de servidores públicos, que seriam responsáveis pela fiscalização, por exemplo, dos frigoríficos. “Ao ver que faltavam fiscais para trabalhar, fomos atrás das escalas de serviços. Fomos percebendo que existia muita gente para o trabalho. Descobrimos, porém, que existia escala com cinco dias de serviços e 30 dias de folga. É, no mínimo, imoral”, afirmou.

Para acabar com a farra no ministério, ele disse que foi implantado o ponto eletrônico. “Enquanto esses estavam folgando 30 dias, alguém estava trabalhando mais para compensar. Instituímos o ponto eletrônico e 70 servidores desaparecidos tiveram de trabalhar”, afirmou.

Novacki disse que a operação Carne Fraca tinha como objetivo apurar desvio de conduta de servidores públicos. “Quando divulgada, pareceu que o que era investigado era a qualidade do produto brasileiro”, afirmou o ministro interino. Ele disse que o setor de carne segue em recuperação.

 

 

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