Diário da Região

06/09/2017 - 00h00min

em agosto

Alimentos básicos ficaram 5,07% mais baratos

em agosto

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Dentre os 15 produtos pesquisados na cesta básica, tomate foi o que apresentou a maior redução em agosto, de 25,2%

O custo da cesta básica em Rio Preto mantém, há quatro meses, trajetória de queda. Pesquisa das Faculdades Integradas Dom Pedro 2º mostra que, em agosto, houve redução de 5,07% em relação a julho, com isso, a cesta fechou cotada ao valor médio de R$ 916. No mês anterior, o valor havia sido R$ 965. Dos 15 produtos que fazem parte da pesquisa mensal realizada em cinco supermercados de Rio Preto, nove registraram queda no mês passado. 

A mais relevante foi do tomate, de 25,2%. Entram ainda nessa lista, importações reduções, como do feijão carioca (-16,5%) e da batata inglesa (-10,9%). Entre os seis produtos que tiveram alta no mês passado, a maior delas foi da laranja pera, de 14,12%. Em seguida, aparecem a banana nanica (7,57%) e o café (3%). O movimento de redução dos preços começou em maio e, desde então, mantém essa tendência. O início foi mais suave, de -1,31%, com redução mais efetiva em julho, de 6,64%, e agora em agosto, de 5,07%.

Dessa forma, no acumulado de 12 meses, a pesquisa mostra uma redução de 19% no custo da cesta básica. Nesse período, o alimento que mais registrou queda nos preços foi o feijão carioca, de 77,9%. Em seguida aparece a batata, que registrou redução de 77,9% em 12 meses. Na contramão, aparece a laranja, o produto que mais subiu ao longo desse período, 31,8%.

O economista Edgar Sbrogio explica que o período do cultivo de vários produtos favorece a redução de preços. Além disso, o consumo moderado – em função das dificuldades econômicas – faz com que quem industrializa alimentos também baixe preços para tentar reconquistar o consumidor. "O consumidor tem tido uma ou outra surpresa boa quando vai ao supermercado em relação à semana anterior."

 

Arte - Cesta Básica - 06092017 clique na imagem para ampliar

Entretanto, apesar das quedas sucessivas de preços, é difícil perceber, na prática, que os alimentos estão mais baratos. Isso porque, com o comprometimento da renda real e o dinheiro mais curto para tantas despesas, a sensação é de que sempre se está gastando muito. "Apesar de a cesta básica mais barata, o dinheiro é usado em outras despesas, que subiram, como energia, água, combustíveis."

Variação

A variação entre o maior e o menor valor da cesta básica subiu no mês passado e atingiu o maior índice do ano, de 78,5%. A cesta mais barata foi cotada em R$ 680,49, enquanto a mais cara, em R$ 1.214,74. Quando se analisa a variação individual dos produtos, a mais relevante é do tomate, de 258%, já que o quilo do fruto pode ser encontrado por valores entre R$ 1,39 e R$ 4,99. Em seguida, aparece a laranja pera, com diferença de 202% e preços do quilo entre R$ 0,99 e R$ 2,99.

Salário mínimo

De acordo com a pesquisa coordenada pelo professor Artur Rezzieri Gambera, o valor do salário mínimo necessário para custear as despesas básicas de uma família de quatro pessoas em agosto deveria ser R$ 2.546, contra os R$ 2.682 registrados em julho.

 

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