Diário da Região

14/09/2017 - 00h00min

MERCADO FINANCEIRO

Apesar do noticiário político, bolsa tem 3ª alta

MERCADO FINANCEIRO

Rafael Henrique Serra/Wikimedia commons A alta dos preços do petróleo favoreceu ações da Petrobras
A alta dos preços do petróleo favoreceu ações da Petrobras

O Índice Bovespa teve nesta quarta-feira, 13, sua terceira alta consecutiva e renovou seu recorde histórico ao marcar 74.787,56 pontos, com ganho de 0,33%. Em um dia de acontecimentos relevantes nos cenários político, jurídico e policial, as ordens de compra continuaram a ser motivadas por fatores relacionados à recuperação da economia e à expectativa de avanço da reforma da Previdência.

O viés positivo da Bolsa firmou-se somente à tarde, a partir da aceleração dos preços do petróleo nos mercados futuros internacionais, que impulsionou as ações da Petrobras. Petro ON e PN terminaram o dia com ganhos de 1,82% e 1,08%, respectivamente. Os papéis do setor financeiro também terminaram o dia em terreno positivo, embora com oscilações mais moderadas. Itaú Unibanco PN, ação de maior peso na composição do Ibovespa, subiu 0,70%. Bradesco ON avançou 0,95%. Na contramão esteve Vale ON, que recuou 1,39%.

A quarta-feira foi de agenda bastante movimenta, tendo entre os principais destaques o depoimento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao juiz Sérgio Moro e o julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) do pedido de suspeição do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, requerido pela defesa do presidente Michel Temer. Em votação no plenário, os juízes do Supremo rejeitaram a tese da suspeição, o que na prática significa que Janot está apto a apresentar sua segunda denúncia de corrupção contra Temer ao Supremo, o que deve acontecer nos próximos dias.

Câmbio

O dólar fechou em alta nesta quarta-feira, 13, seguindo o comportamento da divisa no exterior e alguma cautela interna, embora tenha desacelerado os ganhos à tarde em meio a uma continuidade na perspectiva de fortalecimento do governo. Especialistas do mercado salientaram ainda um tom positivo em relação à expectativa de que o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, seja candidato a presidente nas eleições de 2018.

A moeda americana operou em alta praticamente todo o dia. A força maior veio do exterior depois que o presidente da Câmara dos Representantes dos EUA, Paul Ryan, disse que a apresentação do projeto de reforma tributária deve ocorrer em 25 de setembro. Ainda assim, cautela com o cenário interno prevalece e o patamar de R$ 3,13 é considerado confortável para casos de reviravoltas. Durante todo o dia, esteve no radar do mercado, ainda que em segundo plano, o depoimento do ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva ao juiz federal Sergio Moro.

No mercado à vista, o dólar fechou em alta de 0,35%, aos R$ 3,1385. O giro financeiro somou US$ 1,46 bilhão. Na mínima, a moeda ficou em R$ 3,1230 (-0,14%) e, na máxima, aos R$ 3,1426 (+0,47%). No mercado futuro, o dólar para outubro subiu 0,32%, aos R$ 3,1415. O volume financeiro movimentado somou US$ 14,18 bilhões. Durante o pregão, a divisa oscilou de R$ 3,1285 (-0,09%) a R$ 3,1490 (+0,55%).

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