Diário da Região

20/09/2017 - 17h03min

São Paulo

Juros fecham em queda, apesar de piora do câmbio e pressão de alta em Treasuries

São Paulo

Os juros futuros encerraram a sessão regular com taxas em baixa nesta quarta-feira, 20. O mercado não esboçou reação nem ao comunicado do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) nem à entrevista da presidente da instituição, Janet Yellen, a despeito da forte alta do rendimento dos Treasuries e da piora no câmbio. O mercado de renda fixa segue com as expectativas voltadas à divulgação do Relatório Trimestral de Inflação (RTI) e do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA-15) na quinta-feira, 21, acreditando que poderão dar a senha para novos alívios de prêmio na curva. A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2019 (416.630 contratos) encerrou a 7,37%, ante 7,39% no ajuste de terça. A taxa do DI para janeiro de 2020 (288.930 contratos) caiu de 8,22% para 8,17%. A taxa do DI para janeiro de 2021 (209.170 contratos) recuou de 8,88% para 8,82%; e a do DI para janeiro de 2023 (52.780 contratos), de 9,52% para 9,47%. Como esperado, o Fed manteve a taxa dos fed funds entre 1% e 1,25% e anunciou que a instituição dará início à redução do seu balanço em outubro. O comunicado repetiu que as altas de juros serão feitas de forma gradual e que o Fed vê a atual fraqueza da inflação como temporária, avaliação que também foi feita por Yellen na entrevista. Além disso, segundo o comunicado, o número de dirigentes que apoia um novo aperto monetário ainda este ano avançou desde a reunião de junho, mostra o gráfico de pontos divulgado pela instituição. Com isso, o mercado reforçou suas apostas de elevação do juro na reunião do Fed em dezembro. O dólar renovou máximas ante o iene e o euro, assim como os rendimentos dos Treasuries. No Brasil, a moeda americana reduziu as perdas ante o real e chegou a migrar para o campo positivo, mas perto das 16h30 mostrava estabilidade. Apesar disso, os juros no segmento BM&F, principalmente os longos, mais sensíveis aos movimentos do exterior, oscilaram discretamente após a divulgação do comunicado, com o mercado concentrado nos eventos domésticos de quinta-feira. "O cenário para juros aqui continua muito positivo, com inflação baixa e possibilidade de que as projeções futuras fiquem ainda menores. Os mercados, sobretudo o de moedas, tiveram reação (ao Fed), mas nos juros prevaleceu a percepção de que o cenário macro, os fundamentos, não serão afetados", disse o economista-sênior do Banco Haitong, Flávio Serrano. Às 16h21, a taxa da T-Note de dez anos estava em 2,281%, do nível de 2,24% de terça-feira.

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