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Pedro Ventura/ Agência Brasília Em maio, quando ocorre a revisão tarifária da concessionária, a diferença será recalculada
Em maio, quando ocorre a revisão tarifária da concessionária, a diferença será recalculada

A Petrobras aumenta a partir da quarta-feira, 6, o preço do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) da indústria e do comércio em 2,5%, segundo informe da empresa divulgado nesta terça-feira, 5. No caso do GLP de consumo residencial em botijões de 13 quilos o aumento do gás de cozinha será de 12,2%, em média, e entra em vigor à zero hora da quarta-feira.

O Grupo Executivo de Mercado e Preços (Gemp) levou em consideração nos ajustes de preços do produto para uso residencial "estoques muito baixos e eventos extraordinários, como os impactos do furacão Harvey na maior região exportadora mundial de gás liquefeito de petróleo", segundo nota da Petrobras.

O ajuste anunciado foi aplicado sobre os preços praticados sem incidência de tributos. Se for integralmente repassado aos preços ao consumidor, a Petrobras calcula que o preço do botijão pode ser reajustado, em média, em 4,2% ou cerca de R$ 2,44 por botijão, "isso se forem mantidas as margens de distribuição e de revenda e as alíquotas de tributos".

A empresa diz que a correção aplicada neste momento não repassa integralmente a variação de preços do mercado internacional e que nova avaliação do comportamento deste mercado será feita pelo Gemp no próximo dia 21 de setembro

Sindigás

O preço do gás liquefeito de petróleo (GLP) para fins industriais praticado pela Petrobras está 39,94% acima do praticado no mercado internacional, segundo o Sindigás, que representa as empresas distribuidoras do derivado. Já o combustível para fim residencial está 16,56% abaixo da paridade de importação, pelos cálculos da entidade.

Em nota, o Sindigás informou que as empresas associadas foram comunicadas na tarde desta terça-feira, 5, pela Petrobras dos reajustes. As embalagens de até 13 quilos ficarão de 11,3% a 13,2% mais caras, de acordo com o polo de suprimento. Já os preços das embalagens de mais de 13 quilos oscilaram de 2,4% a 2,6%.

"Na avaliação do Sindigás, o aumento do GLP para embalagens que atendem o comércio e a indústria é preocupante, pois afasta ainda mais o preço interno dos valores praticados no mercado internacional, impactando justamente setores que precisam reduzir custos", afirmou o sindicato.

 

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