Diário da Região

24/08/2017 - 00h00min

ENSINO PARTICULAR

Calote em escolas tem aumento discreto

ENSINO PARTICULAR

Rio Preto registrou aumento na inadimplência nas escolas particulares neste ano. O resultado vai na contramão da média estadual, que constatou retração no número de devedores. Os dados são do Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino no Estado de São Paulo (Sieeesp).

De janeiro a julho deste ano, Rio Preto registrou média de 7% de inadimplência. No mesmo período, no ano passado, a taxa foi de 6%. Apesar de o aumento de apenas 1 ponto porcentual na quantidade de devedores, a cidade foi uma duas únicas que registraram acréscimo, ao lado de Araçatuba.

Todas as outras dez cidades avaliadas e a região do Grande ABC tiveram queda na inadimplência. O resultado do Estado foi de 7,98% de devedores, melhor do que o mesmo período do ano anterior, quando registrou 8,46%.

Os resultados foram apresentados nesta quarta-feira, dia 23, no encontro anual organizado pelo Sieeesp em Rio Preto. "Para nossa surpresa caiu o índice de inadimplência mesmo com a crise econômica que afeta o país. Algumas cidades, como é o caso de Rio Preto, fugiram a esse crescimento. Não tem um motivo específico que dá para atribuir os dados de Rio Preto. Varia muito de mês a mês", disse Benjamin Ribeiro da Silva, presidente do Sieeesp.

De acordo com Benjamin, os pais estão priorizando a educação. Por isso, nas cidades em que ocorreu aumento na inadimplência, a queda foi pouca. "Os pais estão priorizando a alimentação e em segundo lugar investindo em educação. O nosso concorrente (que é o Estado) é muito fraco, fornece uma educação com baixa qualidade. Tanto que o número de alunos nas escolas particulares caiu apenas 1,7% em todo o Estado. Os pais dos alunos estão entendendo é preciso investir na educação", disse o presidente do Sieeesp.

Mensalidade

O Sindicato divulgou ainda que as mensalidades vão ficar mais caras no ano que vem. O reajuste ficará entre 4% e 7%. "É preciso repassar o custo inflacionário, investimento em tecnologia, professores e estrutura. Claro que esse índice vai variar de acordo com a escola. Cada uma vai criar a sua tabela", afirmou Benjamin.

Outra novidade no setor será a implantação de um seguro desemprego. O sistema está em fase final de negociação e deve começar a funcionar no próximo ano.

De acordo com Benjamin, o seguro será feito por uma empresa especializada. Os pais pagarão uma taxa extra por mês e, caso fiquem desempregados, o seguro vai custear a mensalidade por até seis meses, a contar a partir de 60 dias da demissão.

"O seguro será opcional. As escolas vão oferecer aos pais e eles pagam se quiserem. A taxa será algo em torno de R$ 20 a R$ 25 por mês. É mais uma segurança que queremos oferecer para as famílias", afirmou o presidente do Sieeesp.

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