Diário da Região

25/05/2017 - 00h00min

REFORMAS

Texto da Previdência fica para 2º semestre

REFORMAS

Marcelo Camargo/ Agência Brasil Parlamentares ontem durante discussão do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff na Câmara dos Deputados
Parlamentares ontem durante discussão do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff na Câmara dos Deputados

Lideranças da base aliada preveem que a reforma da Previdência só será votada de fato na Câmara dos Deputados no segundo semestre deste ano, em razão da crise política que atinge o governo Michel Temer, após os donos e executivos da JBS incriminarem o presidente em delação premiada.

Segundo aliados, a preocupação principal agora é com a sobrevivência do governo Temer, o que colocou a reforma em segundo plano, por enquanto.

Os líderes dizem que o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), marcou o início da votação da proposta no plenário da Casa para entre os dias 5 e 12 de junho apenas para dar uma sinalização para o mercado financeiro de que o governo não está parado. Como se trata de uma mudança constitucional, a reforma precisa passar por duas votações e, em cada uma delas, ter no mínimo 308 votos favoráveis.

Vice-líder do governo na Câmara, o deputado Darcísio Perondi (PMDB-RS) disse contabilizar entre 260 e 270 votos a favor da matéria. Esse era o mesmo placar contabilizado pelo deputado antes da delação da JBS.

O peemedebista diz que conta com a "caneta" do governo para liberar cargos e fechamento de questão de partidos da base aliada para alcançar o quorum necessário para aprovar a reforma no plenário da Casa.

Partido de Temer, o PMDB paralisou a discussão sobre o fechamento de questão do partido a favor da reforma. "Não está na pauta esse assunto", disse o líder do partido na Câmara, Baleia Rossi (SP).

Antes da delação, o peemedebista tinha uma lista com assinatura de 50 dos 64 deputados da bancada apoiando o fechamento de questão. O gesto do PMDB é considerado fundamental para incentivar outros partidos da base a também fazerem o mesmo.

Trabalhista

A Mesa do Senado Federal recebeu nesta quarta-feira (24) um documento de considerações jurídicas assinado por 17 dos 27 ministros do Tribunal Superior do Trabalho (TST) contrários à reforma trabalhista (PLC 38/2017). Para eles, a reforma prejudica direitos dos trabalhadores.

O documento foi entregue ao senador Gladson Cameli (PP-AC), 2º secretário do Senado, que presidia a sessão no momento. Gladson providenciou o encaminhamento do texto ao presidente da Casa, Eunício Oliveira, e pediu a distribuição a todos os demais senadores.

Os ministros que vieram ao Senado para entregar o manifesto foram Delaíde Alves Miranda Arantes, Hugo Carlos Scheuermann, José Roberto Freire Pimenta, Maria Helena Mallmann e Mauricio Godinho Delgado. Eles foram levados ao Plenário pelo senador Paulo Paim (PT-RS).

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