Diário da Região

03/03/2017 - 00h00min

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Variação é de quase R$ 400 entre supermercados

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Isabela Menezes Simone Marona Pereira vai ao supermercado com mais frequência e compra só o necessário
Simone Marona Pereira vai ao supermercado com mais frequência e compra só o necessário

Consumidor que pesquisa sabe que essa é a melhor maneira de economizar na compra do supermercado. A pesquisa desta semana mostra que a variação total entre os maiores e os menores preços cotados entre os 15 supermercados que integram a pesquisa bate na casa de R$ 380. Individualmente, a maior diferença foi constatada no quilo do preço do alho, de R$ 25,70, com os preços extremos a R$ 8,80 e R$ 34,50.

A variação se explica pelo fato de uma das lojas ter feito uma promoção. Outros alimentos também costumam variar bastante, entre eles os cortes de carne bovina e os frios. Outro destaque foi o condicionador Pantene, cuja diferença chegou a R$ 8,19, mais uma vez motivada pela promoção de um dos supermercados. Os preços opostos foram R$ 12,90 e R$ 21,09.

A auxiliar de cozinha Simone Marona Pereira, que atualmente trabalha em dois empregos para dar conta das despesas de casa, tem ido ao supermercado com mais frequência e não consegue gastar menos do que R$ 120 por semana. “Há algum tempo deixei de estocar certos alimentos. Vou ao mercado semanalmente comprar apenas o necessário. Não compro mais que uma caixinha de leite condensado ou creme de leite por exemplo.” Na pesquisa desta semana, veja os preços de 110 produtos em 15 supermercados e também uma lista com sugestões de massas e molhos.

Atacado

No atacado, levantamento semanal da Ceagesp de Rio Preto mostra que estão valendo a pena: abacate (-26%), quiabo (-17%), abacaxi e abobrinha brasileira (-10%), jiló (-9%), etc.

Clique AQUI para ver a tabela de preços:

Clique AQUI para ver a tabela do preços de massas:

Briga de casal por causa de dinheiro

Pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) sobre o orçamento familiar dos brasileiros revela que quatro em cada dez (39%) dos entrevistados casados ou em união estável brigam com o parceiro por causa de dinheiro. Os principais motivos de brigas são discordâncias sobre os gastos da casa (41%), não ter reservas para imprevistos (32%) e o fato de não querer pagar pelos gastos do cônjuge (19%).

O estudo diz ainda que 40% dos brasileiros casados ou em união estável não contam sobre todas as compras ao cônjuge. Em geral, 61% não contam para evitar conflitos e 24% querem evitar brigas. Há ainda 25% que não informam todas as compras que fazem por não gostarem de ter seu dinheiro controlado. Entre os gastos mais omitidos estão roupas (35%), maquiagem, perfumes ou cremes (30%), calçados (28%), cigarros, bebidas e substâncias ilícitas (20%).

Segundo Marcela Kawauti, economista-chefe do SPC Brasil, esconder os gastos do parceiro não é a melhor opção. “Com a omissão, algum dos lados pode se sentir enganado e, se isso acontecer, o relacionamento pode ser abalado. Além disso, gastos omitidos também podem prejudicar o equilíbrio do orçamento familiar”.

 

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