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30/04/2016 - 00h00min

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Aftosa: campanha começa amanhã

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Guilherme Baffi/Arquivo A vacinação contra a febre aftosa é obrigatória (Guilherme Baffi/Arquivo)
A vacinação contra a febre aftosa é obrigatória (Guilherme Baffi/Arquivo)

Começa amanhã a campanha de vacinação contra a febre aftosa em todo o Estado de São Paulo. A vacinação deve ser realizada pelo criador de 1º a 31 de maio e devem ser vacinados bovinos e bubalinos de zero a 24 meses de idade. Segundo estimativas da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do São Paulo, a população de animais dentro dessa faixa etária é de aproximadamente 4,5 milhões de cabeças.

Depois do animal vacinado, o criador tem até o dia 7 de junho para comunicar a vacinação ao órgão oficial de Defesa Agropecuária, ou pelo sistema informatizado Gedave. É preciso ainda declarar todos os animais de outras espécies existentes na propriedade, tais como: equídeos (equinos, asininos e muares), suideos (suínos, javalis e javaporco), ovinos, caprinos, aves (granjas de aves domésticas, criatórios de avestruzes).

A vacinação contra a febre aftosa é obrigatória. O criador que não vacinar ou não comunicar a vacinação à Defesa Agropecuária sofrerá as seguintes penalidades: cinco Ufesps (Unidade Fiscal do Estado de São Paulo), ou seja R$ 117,75, por cabeça por deixar de vacinar, e três Ufesps, ou seja R$ 70,65, por cabeça por deixar de comunicar a vacinação. O valor de cada Ufesp é R$ 23,55.

O criador deve observar alguns cuidados para garantir uma boa vacinação. Adquirir vacina somente em estabelecimentos cadastrados pela Coordenadoria de Defesa Agropecuária. Vacinas adquiridas em etapas de vacinações anteriores são proibidas. A vacina deve ser mantida refrigerada, entre dois e oito graus centígrados, tanto no transporte como no armazenamento.

O criador também deve escolher o horário mais fresco do dia para realizar a vacinação; vacinar, de preferência, no terço médio do pescoço (tábua do pescoço); independente da idade, a dose é de 5 ml de vacina; usar seringas e agulhas higienizadas sem o uso de produtos químicos (nem álcool, nem cloro); substituir a agulha com frequência, para evitar infecções; manter os frascos da vacina resfriados durante a operação; e classificar os animais por idade e sexo, para evitar acidentes durante a vacinação.

 

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