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01/06/2017 - 00h00min

PISCICULTURA

Pangasius passa a ser criado na região

PISCICULTURA

Divulgação Propriedade rural em Nova Granada é a primeira do Noroeste do Estado a receber alevinos desta espécie originária da Ásia
Propriedade rural em Nova Granada é a primeira do Noroeste do Estado a receber alevinos desta espécie originária da Ásia

Uma propriedade rural de Nova Granada é a primeira do Noroeste paulista a iniciar a produção do peixe pangasius, conhecido popularmente como panga, originário do Vietnã. O objetivo é fazer com que o local vire uma unidade modelo para outros piscicultores da região.

O tanque escavado de 20 metros por 30 metros de largura e dois metros de profundidade recebeu 5,3 mil alevinos vindos de um laboratório localizado na cidade de Mococa. A iniciativa é da Coordenação de Pesca da Secretaria Federal de Aquicultura e Pesca.

A meta inicial é de produzir cinco quilos de peixe por metro quadrado de água a cada cinco meses. A Coordenação forneceu os alevinos e o proprietário fará a manutenção da criação.

A ideia da Coordenação de Pesca é estimular a produção da espécie e fazer com que o Brasil importe menos o pescado do Vietnã. De acordo com o coordenador de Aquicultura e Pesca do Estado de São Paulo, Marcos Alves Pereira, o estado de São Paulo exportou no ano passado R$ 86 milhões de peixe pangasius.

 

Arte - Peixe Pangasius - 01062017 Clique na imagem para ampliar

“Precisamos aumentar a produtividade e a região de Rio Preto tem todo o potencial e estrutura para isso”, afirmou Pereira.

Ainda de acordo com o coordenador, o pangasius é mais lucrativo para o pequeno produtor do que qualquer outra espécie. “La no Vietnã eles produzem até 60 quilos por metro quadrado de água. É um peixe que busca oxigênio do ar, então dá para produzir mais em um espaço pequeno. O pequeno produtor terá mais lucro”, disse.

Apostando nisso, o ex-pescador Jorge Mustafé Absi aceitou o convite e cedeu um de seus tanques para produção do pangasius. Ele já chegou a criar outras espécies, como pacu, matrinxã e piauçu, mas devido a baixa lucratividade havia abandonado o negócio.

“O preço que pagavam no peixe era mais baixo do que o valor que gastava com a ração. Parece que esse novo tipo é bom porque tem como colocar mais por metro quadrado. Vamos ver agora como será”, afirmou.

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