Diário da Região

09/09/2016 - 00h00min

CULTURA CAIPIRA

Grupo Raizeiros recebe os ícones Renato Teixeira e Sérgio Reis, na Swift

CULTURA CAIPIRA

Divulgação A apresentação desta sexta-feira no Teatro Paulo Moura, na Swift, do grupo rio-pretense com os dois mestres sertanejos já está com os ingressos esgotados.
A apresentação desta sexta-feira no Teatro Paulo Moura, na Swift, do grupo rio-pretense com os dois mestres sertanejos já está com os ingressos esgotados.

Quatro anos já se passaram desde que um grupo de músicos de Rio Preto se uniu para dar vida a um projeto que reverenciasse a tradição da música sertaneja e sua influência no cancioneiro popular brasileiro ao longo das últimas décadas.

Nas suas andanças, que se intensificam a cada ano, o grupo Raizeiros tem vivido momentos inesquecíveis ao lado de um público sedento pelo lado clássico do sertanejo e de dois grandes artistas que também cultivam uma relação de adoração e respeito à música raiz: Renato Teixeira e Sérgio Reis.

Depois de três apresentações memoráveis, duas em Tietê e uma em São Paulo, os Raizeiros recebem em casa os dois ícones do folk brasileiro, para interpretar um repertório que tem como principal referência o pioneiro da cultura caipira, Cornélio Pires (1884-1958).

O show, que acontece nesta sexta-feira, 9, no Teatro Paulo Moura, e que já está com ingressos esgotados, destoa da primeira apresentação que o grupo fez na cidade, em 2012, no pequeno Teatro Nelson Castro, cuja plateia não passa dos 200 lugares, bem diferente das quase mil poltronas da sala de espetáculos da Swift.

“Contamos que colheríamos bons frutos com os Raizeiros, pois nos dedicamos de forma respeitosa à música raiz, primando sempre pela qualidade vocal e instrumental. No entanto, não imaginávamos que esse reconhecimento viria tão rápido”, comemora o músico Nasar, cantor e produtor do grupo rio-pretense.

Ao lado dos Raizeiros, Renato Teixeira e Sérgio Reis vão apresentar clássicos como Amanheceu, Peguei a Viola, Tristeza do Jeca, Chalana, Comitiva Esperança e Romaria.

Conforme Nasar, esses clássicos ganharam leituras contemporâneas, envolvendo instrumentos que não fazem parte da formação tradicional da música caipira. “Há uma riqueza instrumental no palco, com violino, piano, harpa, entre outros instrumentos. Nosso foco está na tradição, mas fazemos isso de forma moderna. Até porque o sertanejo raiz está na origem dos mais diferentes estilos que ouvimos hoje”, ressalta o cantor. O show, realizado pela produtora Voz, Vinho e Violão, conta com patrocínio do Açúcar Santa Isabel e apoio do Proac-ICMS, da Secretaria de Estado da Cultura, além das prefeituras de Tietê e Rio Preto.

Com um disco na bagagem, De Volta Para Meu Sertão, lançado em 2015, os Raizeiros já se apresentaram em dois Estados, sempre reunindo um grande público. E mais três Estados deverão ser desbravados ainda este ano, mostrando que a música raiz tem, sim, muitos admiradores.

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