Diário da Região

13/05/2015 - 09h00min

Rio

Casa Daros fechará as portas no Rio depois de dois anos em atividade

Rio

Depois de seis anos de obras e apenas dois de funcionamento, a Casa Daros, um dos mais vibrantes centros culturais do Rio, terá sua programação encerrada em dezembro, por causa de dificuldades financeiras. Ainda não se sabe que futuro terá a sede carioca, um casarão neoclássico em Botafogo, datado de 1866 e restaurado minuciosamente, ao custo de R$ 70 milhões. Financiada pela paixão de Ruth Schmidheiny, bilionária suíça e colecionadora que escolheu o Rio para abrir seu centro cultural, a instituição, com sede em Zurique, possui a maior coleção de arte latino-americana fora da América Latina: são 1.200 obras de 120 artistas; aqui, vem trabalhando pela divulgação da arte do continente, incluindo artistas contemporâneos brasileiros, como Cildo Meireles, Ernesto Neto e Waltercio Caldas. O anúncio oficial será feito nesta quarta-feira, 13, de manhã, pelo presidente do Conselho da Coleção Daros Latinamerica, Christian Verling, o diretor artístico da coleção, Hans-Michael Herzog, e o diretor da Casa Daros, Dominik Casanova. A intenção é extinguir a programação a partir do dia 13 de dezembro, depois de finda a exposição Ficción y Fantasia - Arte de Cuba, com 140 obras de 15 artistas do país (a abertura será em setembro). A Daros ainda não esclareceu oficialmente por que fechará no Rio, mas a falta de patrocínio é apontada como o fator principal. Hoje, a bela casa, de nível internacional, e todas as suas atividades, de exposição, arte e educação, são mantidas por Ruth Schmidheiny e pela bilheteria (o ingresso custa R$ 14). Daqui para a frente, o futuro da Daros na cidade vai depender de patrocinadores - quem sabe, bilionários brasileiros. A casa abrigou cinco grandes exposições desde 2013 e já recebeu 225 mil pessoas. As mais populares foram a de obras cinéticas do argentino Julie Le Parc, entre 2013 e 2014, que recebeu 56 mil, e Made in Brasil, atualmente em cartaz, com 60 obras de artistas brasileiros, como Vik Muniz, Antonio Dias e Miguel Rio Branco, que vai até agosto. Em pouco tempo, formou um público assíduo, pela qualidade da programação e dos ambientes expositivos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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