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29/07/2017 - 00h00min

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Eduardo Spohr autografa livros em Rio Preto

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Divulgação Além da tetralogia iniciada com A Batalha do Apocalipse, Spohr autografa em Rio Preto Filhos do Éden: Universo Expandido, uma enciclopédia ilustrada que se aprofunda na história dos personagens
Além da tetralogia iniciada com A Batalha do Apocalipse, Spohr autografa em Rio Preto Filhos do Éden: Universo Expandido, uma enciclopédia ilustrada que se aprofunda na história dos personagens

Um dos principais nomes na literatura de fantasia no Brasil atualmente, com mais de 950 mil cópias de seus livros vendidas, Eduardo Spohr desembarca em Rio Preto neste sábado, 29, para uma noite de autógrafos na livraria Saraiva, no Riopreto Shopping. O autor assinará as obras que fazem parte de sua série chamada Filhos do Éden, assim como seu último lançamento, Filhos do Éden: Universo Expandido, uma enciclopédia ilustrada que se aprofunda na história dos personagens da tetralogia, apresenta as castas, amplia os cenários e cria uma cronologia com os principais acontecimentos da série.

Escritor, jornalista, blogueiro e professor, Spohr passou mais de dez anos dedicado às histórias iniciadas em A Batalha do Apocalipse, seu primeiro livro, que narra o embate entre arcanjos e anjos na guerra que antecede o fim do mundo. Uma obra que, assim como todo o restante do trabalho de Spohr, mescla mitologia, história, ciência e religião. Esse último, um elemento muito forte em seus livros. Mas isso não faz do escritor ou de seu trabalho algo religioso.

“Fui criado em uma escola de orientação católica, no Rio de Janeiro. Costumava ter aulas de ciências e religião, uma após a outra, cada qual com visões diferentes sobre o mundo. Então, desde muito pequeno, comecei a me questionar sobre os mistérios do universo. Quem estava certo? Quem estava errado? Será que os dois estavam certos? Será que ambos estavam errados? Hoje, me considero um cético”, afirma em entrevista ao Diário.

Mas ele gosta de deixar claro que o cético não é aquele que não acredita em nada, mas que duvida de tudo, que se questiona sobre tudo. “Essa é minha filosofia de vida. Questionar-me sobre as coisas, sem ter a pretensão de decretar uma verdade absoluta. Não tenho respostas, apenas perguntas. E é justamente esse mistério que me move. Ciência, religião, artes, mitologia, antropologia, todos esses campos são, para mim, igualmente intrigantes, fascinantes e maravilhosos.”

A Batalha do Apocalipse teve duas grandes inspirações, garante Spohr: a série de filmes Anjos Rebeldes, estrelada por Christopher Walken, e os quadrinhos da Vertigo, selo da DC Comics voltado para histórias mais adultas, com publicações como Hellblazer, Preacher, Sandman e Livros da Magia.

“É claro que, além disso, eu tive muitas influências, de várias mídias. Por exemplo, as lutas angélicas foram certamente inspiradas no anime Cavaleiros de Zodíaco. Os monstros dimensionais têm alguma coisa de (H.P.) Lovecraft e a questão imortalidade dos personagens, sem dúvida, veio dos livros da Anne Rice. A miscelânea de entidades e deuses nasceu a partir da leitura dos romances de Neil Gaiman. Mas há muito mais referências.”

Após A Batalha do Apocalipse, Spohr se voltou para o passado, criando a série Filhos do Éden, cujas histórias antecedem seu primeiro livro, mostrando aos leitores como aquele universo nasceu.

“Eu sempre disse, desde a minha primeira entrevista, que a história de A Batalha do Apocalipse se encerrava ali e não teria continuação. Contudo, o universo apresentado no livro podia gerar muitas permutações. Vários aspectos poderiam ser mais bem explorados, e eu sinceramente queria muito escrever sobre eles. Herdeiros de Atlântida, por exemplo, fala sobre as cidades perdidas, devastadas com o dilúvio e os cataclismos de outrora. Anjos da Morte conta a história das guerras do século 20 sob a perspectiva angélica e Paraíso Perdido se foca, dentre outras coisas, nos espíritos etéreos, chamados pelos homens de ‘deuses pagãos’.”

E todo esse mundo estava na cabeça do escritor desde o início. “Eu não consigo começar a escrever um romance sem saber como ele vai terminar. Claro que os detalhes são pensados adiante, às vezes na hora, mas a coluna vertebral da história segue sendo a mesma desde que eu a concebi, ao final de A Batalha”, conta.

Futuro

Não é porque a série está encerrada que Spohr deixará esse mundo criado por ele de lado daqui pra frente. “Estamos trabalhando em um website bacana para a tetralogia angélica e em aventuras de RPG que serão disponibilizadas gratuitamente em PDF. Estou bem empolgado com esse processo”, diz.

Serviço

  • Noite de autógrafos com Eduardo Spohr, na Saraiva do Riopreto Shopping. Sábado, 29, às 19h

 

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