Diário da Região

15/06/2016 - 18h38min

AEDES AEGYPTI

Rio Preto chega a 11,4 mil casos de dengue

AEDES AEGYPTI

Johnny Torres Despejo de lixo em terreno do Jardim Los Angeles: ambiente propício ao Aedes
Despejo de lixo em terreno do Jardim Los Angeles: ambiente propício ao Aedes

Atualizada às 22h

O mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya, continua a assombrar os rio-pretenses. Boletim Epidemiológico divulgado pela Secretaria de Saúde, nesta quarta-feira, dia 15, mostra avanço nos casos de dengue e zika em Rio Preto. Apenas a chikungunya não registrou avanço. O número de casos confirmados de dengue chegou a 11. 396 neste ano. Quantidade maior do que o dobro registrado até o mesmo período do ano passado, 5.310. Só nos últimos 15 dias, a Secretaria confirmou 1.618 novos casos, saltando de 9.778 contaminados para 11.396.

O número de infectados pela doença pode ser ainda maior, já que 4.284 casos estão em investigação. Outros 6.609 casos foram descartados. Em todo o ano, entre os positivos, 84 casos apresentaram sinais de alerta e quatro foram considerados graves. Um homem de 54 anos morreu em março pela doença. No ano passado, apesar de número menor de casos, foram nove mortes no mesmo período.

 

Arte - Dengue - 16062016 clique na imagem para ampliar

Para tentar conter o avanço da doença, transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, a Prefeitura tem realizado mutirões aos sábados e campanhas de conscientização. Procurada pela reportagem, a secretária de Saúde, Teresinha Pachá, não foi encontrada na tarde desta quarta-feira, dia 15, para comentar o aumento no número de casos de dengue. A tendência é que a doença dê uma trégua aos rio-pretenses nas próximas semanas, já que o mosquito prefere ambientes quentes, com temperaturas superiores a 18 graus ou inferiores a 35 graus.

Zika

Associado a um surto de microcefalia ocorrido no Nordeste, o zika vírus também avançou em Rio Preto nos últimos 15 dias. Foram 36 novas ocorrências, segundo a Secretaria de Saúde. Agora, a cidade registra 220 casos positivos, sendo 49 em grávidas. Todas as gestantes são acompanhadas por pediatras. Entre elas, 19 deram à luz e nenhum bebê apresentou anormalidade até o momento. Outra doença de monitorada, a febre chikungunya não registrou nenhum novo caso em Rio Preto. Até o momento, dois rio-pretenses tiveram a doença, mas segundo a Saúde os casos foram importados, ou seja, elas foram contaminadas em outras cidades.

Gripe suína

Causadora de 39 mortes na região, sendo 12 delas em Rio Preto, a gripe suína não teve nenhum registro de novos casos. Além das mortes, a cidade apresenta 82 casos de gripe H1N1. De acordo com o professor de infectologia Ricardo Santaella Rosa, da Faculdade de Medicina de Catanduva, com a chegada do frio pioram as condições de ar, o que favorece o surgimento de novos casos de gripe.

“Teoricamente, não pode ocorrer proliferação da doença, porque houve campanha antecipada e reforçada de vacinação na região de Rio Preto, que teve o pico da doença, entre fevereiro e maio, fora do padrão.” De acordo com Ricardo, mesmo com os bons índices de imunização regional contra H1N1, ainda há risco de surgimento de novos contaminados.

 

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