Diário da Região

16/11/2016 - 00h00min

ESPECIALIZAÇÃO

Famerp abre 68 vagas para residência multiprofissional

ESPECIALIZAÇÃO

Guilherme Baffi Carina, Clinton, Isabela, Carlos e Tamires, que já são residentes da Faculdade de Medicina
Carina, Clinton, Isabela, Carlos e Tamires, que já são residentes da Faculdade de Medicina

Estão abertas até 21 de novembro as inscrições para a Residência Multiprofissional da Famerp. São 68 vagas para programas de Atenção Básica com ênfase na Estratégia de Saúde da Família, Atenção ao Câncer, Reabilitação Física, Saúde da Criança e Vigilância em Saúde. O programa tem duração de dois anos e é voltado para profissionais das áreas de enfermagem, nutrição, educação física, terapia ocupacional, fonoaudiologia, psicologia, biologia, odontologia, veterinária e farmácia.

A maioria do curso (80%) é composta por atividades práticas. No ato da inscrição, que custa R$ 300 (sem a isenção), o candidato informa para qual área prestará a prova. Pode participar do processo seletivo quem já tiver graduação nas áreas de atuação ou estiver no último ano da faculdade. No ato da matrícula é preciso ter o diploma de conclusão do curso ou comprovante equivalente e o registro profissional da categoria.

A prova objetiva acontece em 9 de dezembro. A segunda fase acontece nos dias 19 e 20 de dezembro, quando os profissionais passarão por entrevista e arguição do currículo. Os programas têm duração de dois anos e a carga horária mínima é de 5.760 horas. São 60 horas semanais – 48 práticas e 12 teóricas –, cada residente tem direito a uma folga por semana, férias de 30 dias por ano e recebe uma bolsa de R$ 3.330,43. O estudante não pode ter nenhum vínculo empregatício e deve se dedicar com exclusividade ao curso.

 

Arte - Famerp - 1611016 Clique na imagem para ampliar

Capacitação

“O programa é uma proposta dos Ministérios da Saúde e da Educação para capacitar e aperfeiçoar o profissional para que atue no SUS. Recebemos gente do Brasil inteiro”, diz Gislaine Buzzini Fernandes, coordenadora da Comissão de Residência Multiprofissional (COREMU). O órgão é responsável por, dentre outras coisas, coordenar e avaliar a execução da residência.

O primeiro dia do curso – que como todos os outros exige um desempenho mínimo do aluno – é em 1º de março. Ao final, o profissional sai com o título de especialista lato sensu na área que escolheu. A residência conta com parceria da Secretaria Municipal de Saúde e com o Hospital de Base, e também com o apoio da Secretaria Estadual de Saúde.

Os profissionais atuam em todos os lugares que compõem o SUS, chamados de locais de prática, como HB, Hospital da Criança e Maternidade, Instituto do Câncer, Hemocentro, UBS, Vigilância Epidemiológica, Instituto Adolfo Lutz, dentre outros. “Passa por todos os âmbitos”, afirma Gislaine. Segundo ela, o SUS é muito mais amplo do que apenas as unidades básicas. Mesmo que a pessoa tenha convênio, ela utiliza a saúde pública quando um agente vai à sua casa ou quando toma uma vacina, por exemplo.

Aprendizado

A enfermeira Carina Dias Rodrigues, 22 anos, está no primeiro de residência. “A opção de fazer em vigilância em saúde veio durante uma experiência na graduação. Me identifiquei bastante, principalmente com a epidemiológica”, conta a jovem. “A residência está contribuindo bastante na minha formação porque tem bastante campos de trabalho, cenário de prática, e a experiência de atuar com profissionais de várias áreas. É uma forma que nós assumimos compromisso com a população. 

Fazemos a prevenção, investigamos doenças e agravos de saúde, avaliamos as informações que são coletadas e elaboramos estratégias para diminuir o índice de doenças”, aponta. A farmacêutica Isabella Garcia Takahashi, 25 anos, está no segundo ano de residência de vigilância em saúde. “A formação voltada para a vigilância da saúde requer do profissional comprometimento com o serviço público de saúde. A vigilância é um processo dinâmico. A cada dia existe aprendizado”, declara.

 

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