Diário da Região

10/06/2015 - 00h00min

OPERAÇÃO

Justiça processa 18 por tráfico de ‘bomba’

OPERAÇÃO

Polícia Federal/Divulgação Remessa de anabolizantes foi apreendida em Itajobi
Remessa de anabolizantes foi apreendida em Itajobi

A Justiça Federal recebeu denúncia contra 18 pessoas acusadas pelo Ministério Público Federal (MPF) de integrar organização criminosa que importava, fabricava e comercializava irregularmente, pela internet, anabolizantes e medicamentos de uso controlado no Brasil. Os nomes não foram revelados.

A denúncia se baseou na investigação da Polícia Federal de Rio Preto, em abril desse ano, na Operação Ciclo Final, mediante autorização judicial, com quebra de sigilo bancário, interceptações telefônicas e com apreensão de remessas enviadas pelos Correios, além de depoimentos dos acusados.

“O conjunto probatório até o momento carreado nos autos indica que os ora denunciados, supostamente, constituíram uma associação estruturada com nítida especialização setorial e divisão de tarefas, mesmo que informalmente para a prática de delitos relacionados à importação, fabricação, depósito, venda, distribuição e comércio ilegal”, afirmou o juízo da 5ª Vara Federal em Guarulhos.

A operação

De acordo com a operação da PF, a organização atuava no País havia aproximadamente cinco anos e movimentava mensalmente R$ 1 milhão, com lucro estimado de R$ 200 mil mensais. Cerca de 150 policiais de Rio Preto participaram da ação que começou em 2014, quando uma grande remessa de produtos anabolizantes foi apreendida em agência dos Correios em Itajobi, próxima a Catanduva, onde foi preso um dos acusados.

Após essa apreensão, os policiais descobriram a participação direta de 18 pessoas em quatro Estados brasileiros, São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Rio de Janeiro. Todos estão presos. De acordo com o delegado da PF responsável pela operação, Bruno Rigotti, o grupo tinha três principais núcleos: importação, venda e marketing.

As vendas de anabolizantes e remédios controlados como Sibutramina (que ajuda no emagrecimento) e Ritalina (que ajuda na concentração) eram realizadas em todo o território nacional através dos Correios e de transportadoras.

Entre os integrantes da quadrilha, a PF contabilizou patrimônio de mais de R$ 6 milhões em bens móveis, imóveis e contas bancárias. Os presos responderão pelos crimes de tráfico de drogas, falsificação de produto destinado a fins medicinais e integrar organização criminosa, cujas penas variam de 3 a 38 anos de reclusão.

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