Diário da Região

09/09/2015 - 15h31min

TRAGÉDIA EM PARATY

A jovem Kenia, morta no acidente no Rio de Janeiro, está sendo velada em General Salgado

TRAGÉDIA EM PARATY

Sergio Isso Cerca de 60 pessoas acompanham o velório da estudante Kênia, em General Salgado. (Foto: Sergio Isso)
Cerca de 60 pessoas acompanham o velório da estudante Kênia, em General Salgado. (Foto: Sergio Isso)

O corpo da estudante de engenharia Kênia Diany Garcia, 22 anos, que morreu no domingo, dia 6, vítima do acidente em Paraty (RJ) chegou às 15h20 desta quarta-feira, dia 9, no cemitério de General Salgado. O velório da jovem, que estudava e trabalhava em Rio Preto, ocorre na cidade onde onde os pais dela moram. Cerca de 60 pessoas acompanham o velório. O enterro está marcado para quinta-feira, dia 10, às 9h30.

Kênia foi para Paraty com mais três amigos: Rodrigo Fonn, 34 anos, Sílvio Rogério Jui, 37 e Cezar Augusto Lelis, 27. Apenas Cezar continua internado no Hospital Souza Aguiar, em Angra dos Reis. O estado dele é grave, mas estável. Os outros dois amigos ficaram feridos e tiveram alta na segunda-feira, dia 7.

Os pais da estudante estão no local desde a chegada do corpo. Os amigos que estavam no momento do acidente não chegaram.

O acidente

A tragédia ocorrida em Paraty, na manhã de domingo, matou Kênia e outras 14 pessoas, além de deixar outros 66 feridos. As vítimas estavam no ônibus da Viação Colitur, envolvido em um acidente no Morro do "Deus Me Livre", na estrada que liga Trindade à rodovia Rio-Santos. O veículo, com 81 passageiros, tombou.

O arquiteto Silvio Jui, um dos sobreviventes do acidente, conta que o passeio para Paraty começou na sexta-feira. Os quatro foram de carro até Paraty e no domingo, decidiram conhecer a vila de Trindade (50 km de Paraty). Eles pegaram o ônibus da Colitur por volta do meio-dia. Meia hora depois aconteceu a tragédia.

“Kênia e Cezar estavam sentados nos primeiros bancos do ônibus. Eu e o Rodrigo estávamos sentados umas três fileiras atrás. A viagem começou bem, apesar do ônibus estar muito lotado (81 pessoas, sendo que a capacidade do veículo era para 45 passageiros  sentados). Não havia sinais de má conservação no coletivo”, disse.

Silvio conta que no morro do “Deus Me Livre” (estrada na serra entre o distrito de Trindade e a rodovia Rio-Santos), o ônibus começou a trafegar com muita velocidade e as pessoas começaram a gritar assustadas. “Nessa hora comecei a me segurar e logo em seguida o ônibus tombou, justamente para o lado direito, onde todos nós estávamos. Acredito que eu tenha batido a cabeça e desmaiei”.

Uma grande força-tarefa foi criada para socorrer às vítimas do acidente. De acordo com a Prefeitura de Paraty, foram atendidos 63 pacientes no hospital municipal São Pedro de Alcântara. Todos receberam os primeiros socorros, foram estabilizados e parte deles transferidos para os hospitais de Ubatuba (SP), Caraguatatuba (SP), Angra dos Reis (RJ) e São Gonçalo (RJ). Os mortos foram levados para o Instituto Médico Legal (IML) de Angra dos Reis, onde foram feitos os exames periciais e o reconhecimento dos corpos. 

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