Diário da Região

05/10/2015 - 15h05min

Jardim Paraíso

DIG prende suspeito de ser dono de 12 pontos de prostituição

Jardim Paraíso

Polícia Civil/Divulgação Foram localizadas na residência duas armas - um revólver calibre 38 com a numeração raspada e uma pistola semi-automática 765 - além de três réplicas de pistolas antigas feitas em madeira.
Foram localizadas na residência duas armas - um revólver calibre 38 com a numeração raspada e uma pistola semi-automática 765 - além de três réplicas de pistolas antigas feitas em madeira.

Está em uma das celas do CDP (Centro de Detenção Provisória) de Rio Preto um empresário 47 anos, conhecido como “Véio”. Ele é suspeito de ser dono de 15 casas de prostituição no Jardim Paraíso, em Rio Preto. Segundo a polícia, ele faturava R$ 20 mil por semana com a cobrança de aluguel de quartos que eram usados por garotas de programa e seus clientes.

O empresário foi preso em casa, na manhã desta segunda-feira, 5, por uma equipe da DIG/DISE. Em um cofre da residência foram encontrados cópias de contratos de locação dos imóveis.“Chegamos ao empresário após três meses de investigação. Para nós, ele disse que apenas cobrava aluguel mensal da casas, mas, em depoimento, duas prostitutas disseram que pagavam ele, o valor de R$ 350, por semana, por quarto”, diz o delegado do caso, Alceu Lima de Oliveira Júnior.

De acordo com a polícia, “Véio” proibia as garotas e seus clientes de consumissem drogas nas casas alugadas por ele, caso contrário, o contrato de locação era rompido. O esquema era administrado por um gerente, contratado pelo empresário, com a função de cobrar as garotas de programa e fiscalizar o funcionamento de cada um dos pontos de prostituição. Foram encontradas na casa do empresário duas caixas grandes de camisinhas que supostamente seriam distribuídas regulamente em cada uma das casas.

Também foram localizadas na residência duas armas - um revólver calibre 38 com a numeração raspada e uma pistola semiautomática 765 - além de três réplicas de pistolas antigas feitas em madeira. O suspeito não tinha o porte legal de nenhum dos armamentos. Enquadrado pelos crimes de porte ilegal de armas e rufianismo (tirar proveito da prostituição alheia), o empresário poderá ser condenado a 20 anos de prisão, pelas contas do delegado.A polícia vai enviar ofício a Prefeitura para solicitar o fechamento administrativo das casas de prostituição alugadas pelo suspeito.

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