Diário da Região

06/11/2015 - 00h00min

SEM DÚVIDAS

Mutirão reúne 40 famílias para teste de DNA em Rio Preto

SEM DÚVIDAS

Guilherme Baffi Rafael Mangas, 17 anos, e a mãe, Rosimeire Macedo Mangas
Rafael Mangas, 17 anos, e a mãe, Rosimeire Macedo Mangas

Mães, filhos e possíveis pais ou tios. Ao todo, 40 famílias foram ao Hemocentro de Rio Preto nesta quinta-feira, dia 5, para fazer exames de DNA. Eles participaram de um mutirão promovido pelo Instituto de Medicina Social e Criminologia de São Paulo (Imesc).

No total foram convocadas 83 famílias, mas em mais da metade dos casos uma das duas partes não compareceu. O mutirão foi feito com o objetivo de desafogar a alta demanda encaminhada ao Hemocentro e acelerar o processo de reconhecimento de paternidade.

O exame de DNA é feito por meio da coleta de sangue por um pequeno furo no dedo O resultado sai em 15 dias em casos de pais e mães vivos. O exame rápido e simples, mas estava levando pelo menos seis meses para ser realizado em Rio Preto por conta da alta demanda. “Em Rio Preto tem muita procura, então realizamos esse mutirão para zerar a demanda até o final do ano”, explica Karen Amato Samos, responsável pelo Núcleo de Coleta e Controle de Qualidade do Imesc.

 

Maria e filha Ana Julia Portela Maria Portela de Souza e a filha Ana Júlia, de 5 anos

Casos

O estudante Rafael Mangas, 17 anos, foi um dos que compareceram ao Hemocentro ontem. Segundo a mãe, Rosimeire Macedo Mangas, 44 anos, o pai dele morreu quando o rapaz tinha três meses, porém só em 2006 ela foi à Justiça para o reconhecimento da paternidade. “Quis criar ele sem precisar de ajuda, mas tive de ir para a Justiça para exigir os direitos dele”, disse.

No caso do pedreiro Edson José de Oliveira, 29 anos, a situação é oposta. Foi ele quem solicitou o exame de paternidade de Ana Júlia, 5 anos. “Pedi para ter certeza. Se for mesmo, aí quero ficar com a menina”, disse. “Tenho certeza de que é dele. O exame só vai comprovar isso. Não quero dinheiro dele, só quero o nome nos documentos dela”, afirmou Maria Portela de Souza, 22 anos, mãe de Ana Júlia.

As coletas feitas nesta quinta-feira serão encaminhadas para um laboratório em São Paulo. Os resultados ficarão prontos em 15 dias em caso de pais vivos e podem demorar de um a três meses em caso de pai morto.

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