Diário da Região

30/04/2016 - 00h00min

QUEBRA

Pai em fúria gera briga dentro de Conselho Tutelar Sul

QUEBRA

Guilherme Baffi Wilson Tadeu Correa, coordenador do Conselho Tutelar, mostra porta de vidro quebrada com a briga
Wilson Tadeu Correa, coordenador do Conselho Tutelar, mostra porta de vidro quebrada com a briga

A entrega de uma adolescente de 14 anos aos pais acabou em quebra-quebra dentro do Conselho Tutelar Sul de Rio Preto. O pai e o irmão da menina espancaram um adolescente de 15 anos - namorado da menor - e a madrasta dele. O caso aconteceu na tarde de quinta-feira, dia 28. A briga causou pânico em adultos e crianças que estavam no local, que tem justamente como principal função garantir os direitos e a proteção dos menores.

O motorista A.F.S., 49 anos, e o filho dele, um menor de 16 anos, que são de Franca, agrediram com socos e chutes o namorado da menina e depois partiram para cima de R.C.O., 30 anos, madrasta dele. R.C.O. recebeu também socos e ao cair no chão quebrou uma porta de vidro com a cabeça. Já com ela no chão, pai e filho ainda teriam dado chutes no rosto da vítima. “Eles não paravam de me bater, foi terrível. O mais difícil foi ver que eles prestaram depoimento e foram liberados”, afirmou R.C.O.

O ataque de fúria de pai e filho só foi contido após populares ajudarem um conselheiro tutelar e um motorista do Conselho a imobilizarem os agressores até a chegada da polícia. “Teve um homem que parou para ajudar. Ele tinha técnicas de luta e conseguiu contê-los. Se não fosse por ele, o pior poderia ter acontecido. Isso mostra o quanto estamos desprotegidos”, afirmou Wilson Tadeu Correa, coordenador do Conselho Tutelar Sul.

Fora de controle

O motorista A.F.S. e o filho de 16 anos teriam ficado irritados porque o namorado da menina e a madrasta abrigaram a adolescente. A garota de 14 anos fugiu da casa dos pais, em Franca, e foi para a casa do namorado (em Rio Preto), na quinta-feira, dia 21. Antes disso, o namorado havia morado com a menina na casa dos pais dela, em Franca, durante quatro meses.

“Gosto muito dele, é um bom menino, mas milha filha estava sumida de casa e eles não queriam falar onde ela estava. Fiquei desesperado e não sabia mais o que fazer. Foi um momento de muito nervosismo, por isso fiz essa besteira”, afirmou o motorista A.F.S. A madrasta do jovem afirmou que não sabia que a menina estava em sua casa e assim que soube a levou para o Conselho Tutelar. D.C.O. e o enteado sofreram escoriações pelo corpo, mas passam bem.

Segurança

A briga motivou o coordenador do Conselho Tutelar Sul, Wilson Tadeu Correa, a emitir um ofício pedindo para a Prefeitura a presença de um segurança no local. “Atendemos diversos casos. Em alguns deles retiramos os filhos dos pais, somos ameaçados. Precisamos de um profissional para garantir a nossa segurança e a segurança de quem busca atendimento no Conselho”, afirmou.

 

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