Diário da Região

30/04/2016 - 11h35min

Criminalidade

Vara da Infância e Juventude e PM fazem fiscalização no Terminal

Criminalidade

O terminal urbano de Rio Preto foi alvo de fiscalização da Vara da infância e Juventude de Rio Preto durante a noite de sexta-feira, dia 29, para coibir o envolvimento de adolescentes com o tráfico, furtos e roubos. Vinte e oito menores tinham passagem pela polícia e oito cumprem medida socioeducativa. Os adolescentes foram orientados e liberados.

A fiscalização contou com o apoio da Polícia Militar, que realizou operação de combate à criminalidade, entre às 19h e 23h. A ofensiva resultou na prisão de 12 pessoas por diversos crimes como tráfico de drogas, furto, receptação e adulteração de veículo. A operação abordou 164 pessoas e também apreendeu drogas e duas armas.

De acordo com informações da polícia, dos 12 presos, quatro eram menores de idade. Outras duas pessoas foram presas por serem procuradas pela Justiça, sendo um deles, o servente de pedreiro Fernando Ferreira Lopes, 47 anos, condenado a 12 anos por ter estuprado a sobrinha em 2010, na época com 4 anos, e outro com pena de três meses por violência doméstica.

Participaram da ação 44 policiais militares, que fiscalizaram também seis carros, 14 motos e dois ônibus de transporte coletivo.

Entre as ocorrências, dois jovens, de 19 e 23 anos, foram presos por Policiais da Caep (Companhia de Ações Especiais da Polícia) em uma boate na avenida Murchid Homsi. A PM recebeu denúncia de que a dupla estava armada e ameaçando um outro rapaz, que havia sido alvo de outras tentativas de homicídio há um mês.

No local, os policiais localizaram W.O.A., 19 anos e VVR, 23, e no carro deles foi apreendido um revólver calibre 38, com numeração suprimida. "O solicitante, que já foi vítima de alguns disparos, estava com um colete à prova de balas para se defender desses agressores. Isso já perdura de algum tempo, tem várias ocorrências de que a casa dele foi alvejada com tiros e recentemente ele estava num pagode e foi atingido por tiros nas costas e no ombro também. Os indivíduos que estavam armados foram presos pela Caep", disse o tenente Cássio Lenarduzzi.

O colete a prova de balas, segundo o tenente Lenarduzzi, é de uso controlado pelo Exército. "O colete passará por perícia. O portador pode se enquadrar na lei de armas ou infração administrativa."

 

Di´rio Im&ocute;veis

Di´rio Motors

Esqueci minha senha
Informe o e-mail utilizado por você para recuperar sua senha no Diário da Região.

Já sou assinante

Para continuar lendo esta matéria,
faça seu login de acesso:

Não lembro a minha senha!

Assine o Diário da Região Digital

Para continuar lendo, faça uma assinatura do Diário da Região e tenha acesso completo ao conteúdo.

Assine agora

Pacote Digital por apenas R$ 16,90 por mês.
OUTROS PACOTES


ou ligue para os telefones: (17) 2139 2010 / 2139 2020

Cadastro Grátis
Diário da Região
Clique no botão ao lado e agilize seu cadastro importando seus dados básicos do facebook
Sexo
Defina seus dados de acesso