Diário da Região

12/05/2015 - 17h58min

Fatal

Brigitt, 35 anos, morre com suspeita de dengue

Fatal

Reprodução Internet Morte por suspeita de dengue da operadora de caixa Brigitt Trelha é investigada
Morte por suspeita de dengue da operadora de caixa Brigitt Trelha é investigada

Brigitt Trelha, de 35 anos, operadora de caixa de supermercado, morreu na manhã desta terça-feira, dia 12, na Upa Norte, em Rio Preto, com suspeita de dengue. O caso está sendo investigado pela Secretaria Municipal de Saúde, que coletou material para ser enviado ao Instituto Adolf Lutz. Ela morava n a Estância Bela Vista, zona norte da cidade.

Atualmente, Rio Preto tem registrados 2.989 casos de dengue. Se a causa de morte de Brigitt for confirmada, ela será a quarta pessoa a morrer por causa da doença na cidade neste ano.

Esta será, ainda, se confirmada, a segunda morte em 48 horas em Rio Preto. Uma mulher de 48 anos morreu com dengue, domingo, 10, em Rio Preto. A dona de casa Sílvia Helena Maura de Oliveira, do bairro Dom Lafayette, Zona Norte, ficou internada quatro dias no hospital Beneficência Portuguesa com os sintomas da doença. 

O atestado de óbito confirma dengue como uma das causas. É a terceira vítima de dengue em Rio Preto neste ano. As outras são uma criança de sete meses, Samuel Lucas Daniel de Sousa, do Parque Cidadania, morto em abril, e um aposentado Elias Sabbag, 55 anos, do Jardim Aclimação, em março.

No atestado de óbito Silvia Helena também constam como causa da morte parada cardíaca e falência de múltiplos órgãos.

A mãe de Brigitt Trelha, a dona de casa Maria Romeiro Setuval Trelha, 48 anos, diz que, desde o dia 6 de maio, a filha fazia tratamento contra os sintomas da dengue.

"Ela mora perto do Solo Sagrado com a filha de nove anos. Mas desde a semana passada, ela estava ficando aqui comigo, porque se sentia muito fraca.  Ela passou muito mal na madrugada de terça-feira. Nós a levamos a Upa às 5h30  e, às 7h30, nos comunicaram que ela morreu de dengue", diz a mãe.
 
O irmão de Brigitt, Brunno Setuval Trelha, de 34 anos, diz que a moça tinha boa saúde, antes de apresentar os sintomas da dengue.
"Minha irmã começou a passar muito mal na casa da minha mãe. Ela queixa de dores abdominais. Quando ela morreu na Upa, o médico veio dizer que era dengue. Mas só acreditaremos quando vier o laudo", relata Brunno.
A Prefeitura  trata a morte de Brigitt como suspeita de dengue. Em nota assinada pela secretária municipal de Saúde, Terezinha Aparecida Pacha, a Prefeitura diz que foi instaurado apuração a fim de apurar todos os fatos que envolvem o atendimento da usuária.
O corpo foi enviado para o Serviço de Verificação de Óbito (SVO) do Hospital de Base e amostras de sangue foram enviadas para o Instituto Adolfo Lutz.

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