Diário da Região

02/09/2016 - 00h00min

LEUCEMIA

‘Vou bater de porta em porta por meu filho’

LEUCEMIA

Arquivo pessoal/Divulgação O camelô Juliano Costa com o filho Heitor, de 7 anos. Devido ao tratamento, menino fica sete dias em casa e sete no hospital
O camelô Juliano Costa com o filho Heitor, de 7 anos. Devido ao tratamento, menino fica sete dias em casa e sete no hospital

O camelô Juliano Costa, 34 anos, tem emocionado os seguidores de suas redes sociais com a luta que trava para conseguir novos doadores de medula óssea em Rio Preto. O transplante é a única forma de salvar seu filho Heitor Otávio Costa, 7 anos, que desde os 3 passa por tratamento contra leucemia.

Do sucesso da campanha do pai pode depender a vida do filho, já que existe apenas uma chance a cada cem mil amostras de ocorrer compatibilidade para o transplante.

Heitor foi diagnosticado com leucemia do tipo LLA, que é um câncer que invade o sangue com razoável rapidez e pode se disseminar por partes do corpo, como os gânglios linfáticos, fígado, baço, sistema nervoso central e testículos nos homens.

Por quatro anos, a opção médica foi tentar a cura do menino por meio de quimioterapia. “Por três vezes ouvi a notícia de que meu filho estava curado, mas infelizmente a doença ressurgiu. Como já tentamos de tudo, agora só nos resta o transplante. Vou lutar até encontrar, nem que eu tenha que bater de porta em porta para encontrar o doador”, disse Juliano.

Heitor já está na lista de transplantes do Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome). Enquanto a pessoa certa não aparece, o camelô vive a dura rotina dos hospitais.

“Por causa da doença, meu filho passa uma semana em casa, uma semana internado no Hospital de Base. Eu revezo com a mãe dele. Ela fica com ele durante o dia e eu permaneço durante toda a noite”. Juliano e mãe de Heitor, Rosana Oliveira, são separados. Os dois tentam ao máximo esconder o cansaço do filho.

No hospital, Heitor dá um jeito de se distrair com jogos eletrônicos no tablet. Em casa, ele gosta mesmo é de soltar pipa. E já sabe o que vai ser quando crescer. “Meu sonho é virar policial.”

Sempre ao lado do filho, a dona de casa Rosana, 30 anos, reza muito para que o doador seja encontrado. “Eu rezo para Deus enviar o anjo que vai ajudar curar meu filho.”

Como doar

Para ser um doador, o primeiro passo é ir ao Hemocentro de Rio Preto para se cadastrar. No local, é retirada uma pequena amostra de sangue e feito o cadastro com os dados pessoais e contatos. O procedimento leva aproximadamente 30 minutos. O doador precisa ter entre 16 e 69 anos.

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