Diário da Região

20/04/2015 - 18h25min

Na creche

Laudo aponta que bebê foi mordido por adulto

Na creche

A Cidade de Votuporanga Bebê, que tinha um ano e dois meses na época, teve o braço esquerdo mordido (foto: Colaboração/ A Cidade de Votuporanga)
Bebê, que tinha um ano e dois meses na época, teve o braço esquerdo mordido (foto: Colaboração/ A Cidade de Votuporanga)

Laudo do Instituto Médico Legal (IML) de São Paulo aponta que um bebê de 1 ano e sete meses foi mordido por um adulto. O caso foi registrado em outubro do ano passado, na creche Maria Lygia Bertoncini Leite, bairro Jardim do Prado, em Votuporanga. A responsável pela mordida seria uma mulher que trabalhava, na época, como faxineira na creche.


De acordo com a mãe do bebê, que tinha um ano e dois meses quando foi mordido, Juliana Rodrigues de Souza, 33 anos, o resultado do exame foi informado por telefone pela Polícia Civil. “Eu liguei na última sexta-feira,  para mudar o dia de prestar depoimento e eles me informaram que tinha saído o laudo e que tinha sido um adulto que tinha mordido o meu filho.”


Juliana não tinha dúvidas que o menino tinha sido mordido no braço esquerdo por um adulto. “Quando fui buscar ele, a cuidadora disse que ele tinha se mordido sozinho. Quando vi, fiquei assustada, era muito grande. Já desconfiava. Depois, tivesse acesso às imagens da sala que ele ficava e vi como a funcionária tratava ele mal.”


A mãe do bebê deve prestar depoimento amanhã à Polícia Civil. “Quero uma cópia do documento e vou continuar com o caso. Quero que paguem pelo o que fizeram com o meu filho. Não só a funcionária, que não trabalha mais para o município, mas a Prefeitura também, que não fez nada.”


Vinte dias depois do incidente da mordida, o menino apareceu com o mesmo braço quebrado. “Foi o máximo para mim. Troquei ele de escola. Mesmo assim, você não tem mais sossego. Eu olho ele inteiro quando deixo ele na escola e quando eu busco também.”


A mulher, que não teve o nome divulgado, era terceirizada da Prefeitura de Votuporanga. Na época, o Diário revelou que a mulher era faxineira, mas trabalhava de forma improvisada como babá das crianças. Ela presterá depoimentos à polícia também.

Depois da mordida, a mulher não trabalhou mais na creche. Em fevereiro, a Prefeitura finalizou e arquivou a sindicância que apurava o caso, por falta de provas. Mesmo assim, o município não descarta a possibilidade de investigar o caso novamente.

 

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