Diário da Região

22/04/2015 - 21h51min

SUJEIRA PELAS RUAS

Constroeste vai à Justiça para retomar coleta de lixo

SUJEIRA PELAS RUAS

A assessoria da Constroeste informou nesta quarta que vai ingressar com pedido de liminar na Justiça para retomar o serviço de coleta de lixo nas sete cidades da região, incluindo Rio Preto.
“A empresa não recebeu qualquer notificação do Ministério do Trabalho e foi surpreendida com a autuação e interdição do serviço de coleta, que é de utilidade pública”, informou a empresa por meio de nota.
Segundo a assessoria, nos 40 anos em que a Constroeste faz coleta de lixo - em diferentes cidades - nunca houve acidente de trabalho no setor.
“Além disso, a empresa oferece todos os EPIs necessários para o desempenho da atividade”, conclui a nota.
O Sindicato dos Empregados em Turismo e Hospitalidade (SETH), que inclui os coletores, negou omissão na fiscalização das condições de trabalho da categoria. “O sindicato tem orientado a empresa quanto à obrigatoriedade de cumprir as normas de segurança”, informou em nota.
A entidade disse ontem que, diante da fiscalização do Ministério do Trabalho, vai solicitar uma reunião com a diretoria da Constroeste para discutir o assunto.
A Secretaria do Meio Ambiente do município informou ontem que notificou a Constroeste para que “retome o serviço”.
Blitz do Ministério do Trabalho e Ministério Público do Trabalho (MPT) interditou nesta quarta a coleta de lixo feita pela Constroeste em sete cidades da região, incluindo Rio Preto. A empresa é acusada de pelo menos seis irregularidades trabalhistas, incluindo o transporte dos coletores em estribos na parte de trás dos caminhões, e só poderá retomar o serviço após sanar os problemas apontados.
Com a interrupção da coleta, 380 toneladas de lixo deixaram de ser coletadas só em Rio Preto. A medida também atingiu Mirassol, Bady Bassitt, Guapiaçu, Nova Granada, Monte Aprazível e Neves Paulista.
“A coleta de lixo, por se tratar de serviço essencial à população, fez com que a situação dos trabalhadores dependurados nas traseiras dos caminhões coletores se tornasse ‘necessária e inaceitável’ aos olhos da população e de parte do poder público, mas que impõe aos coletores de lixo riscos inaceitáveis que devem ser eliminados”, escreveu o auditor fiscal do Ministério do Trabalho Wlamir Barcha, na justificativa da interdição. Segundo ele, o transporte dos coletores nos estribos viola o Código de Trânsito Brasileiro. “Nem animal se pode transportar assim.”
 

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