Diário da Região

30/05/2017 - 09h39min

IPIGUÁ

Polícia investiga se fogo em fábrica de sofás foi criminoso

IPIGUÁ

Mara Sousa Defesa Civil de Ipiguá interditou o prédio, pois há risco de desabamento na parte do fundo
Defesa Civil de Ipiguá interditou o prédio, pois há risco de desabamento na parte do fundo

Atualizada às 21:30h

A Polícia Civil vai investigar se foi criminoso o incêndio que destruiu uma fábrica de sofás, em Ipiguá, na madrugada desta terça-feira, dia 30. O prédio tem sinais de arrombamento e um celular foi encontrado no local. O dono da empresa estima prejuízo de R$ 100 mil, já que a fábrica não tinha seguro. A investigação do caso será feita em conjunto pela delegacia de Ipiguá e pela DIG de Rio Preto, que apura crimes de autoria desconhecida. Pelos sinais encontrados pela polícia, a suspeita é de que criminosos invadiram o prédio por meio de arrombamento de uma tela protetora. 

Foram encontradas pegadas que indicam que mais de uma pessoa invadiu a empresa. A fábrica não conta com câmeras de monitoramento interno. “Ainda estou fazendo o levantamento, mas posso ter perdido muito mais que isso (R$ 100 mil). E o pior de tudo é que não tenho seguro, portanto não vou ser ressarcido. Vai ser duro se recuperar nesta crise”, diz o empresário Ademir Aparecido Jamin, de 46 anos, dono da empresa.

O Corpo de Bombeiros de Rio Preto mobilizou três viaturas em cinco horas de combate ao incêndio. Operários da fábrica foram de madrugada para ajudar a salvar parte dos sofás que já estavam prontos. “São cinco trabalhadores que ganham o pão de cada dia nesta fábrica. Foi uma tristeza ver isso tudo destruído por incêndio que não aconteceu por acidente”, diz José de Lima, de 65 anos, motorista da fábrica. 

Segundo informações dos bombeiros, o fogo se alastrou por todo o barracão por causa de materiais inflamáveis como espuma e tecidos, usados na fabricação dos sofás. Como era de madrugada, a fábrica estava fechada e não havia nenhum funcionário. Uma equipe da Defesa Civil da cidade fez vistoria e interditou o prédio, já que há risco da parte do fundo cair. Peritos criminais estiveram no local para descobrir o que pode ter sido a causa do incêndio. O laudo tem previsão de ficar pronto em 30 dias.

 

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