Diário da Região

24/05/2017 - 00h00min

DROGAS

Traficante usava até máquina de cartão

DROGAS

Divulgação GCM Drogas, dinheiro e equipamentos usados pelo traficante, entre eles a máquina de cartão de crédito e débito
Drogas, dinheiro e equipamentos usados pelo traficante, entre eles a máquina de cartão de crédito e débito

A Guarda Municipal de Rio Preto prendeu um homem suspeito de tráfico de drogas que usava uma máquina de cartão de crédito e débito para receber o pagamento das drogas vendidas. A ocorrência foi na noite desta segunda-feira, dia 22, na Estância Alvorada, zona Norte de Rio Preto. Pelos papéis da contabilidade apreendidos na casa, a estimativa é que o suspeito, Warley Pires Oliveira, 25 anos, faturava R$ 19 mil por mês no comércio de cocaína.

Encarregado da equipe da Guarda que fez a apreensão, Wanderson Camacho diz que o ponto de tráfico foi descoberto após abordagem de dois rapazes que andavam à noite pelo Jardim Paraíso, na zona Norte. “Com um dos rapazes não tinha nada de errado, mas o outro suspeito estava com dois pinos de cocaína e tentou esconder na boca, mas não deu certo, porque percebemos”, diz Camacho.

Também chamou a atenção dos guardas que o rapaz tinha no bolso R$ 435,00 em dinheiro. Na versão da GCM, o suspeito teria confessado ser traficante e revelou o ponto de drogas, que funcionava em sua casa na Estância Alvorada. Em depoimento, o rapaz disse que a máquina de cartão foi comprada em nome de outro rapaz, que só emprestou o nome. 

No imóvel, além da máquina foram apreendidos balança de precisão, caderno de anotações da contabilidade do tráfico, dois celulares, R$ 1.136 em dinheiro, 43 pinos de cocaína e aproximadamente 12 mil pinos vazios para o acondicionamento da droga. “Entregamos na Central de Flagrantes um farto material para investigação, porque tem até a lista com os nomes das pessoas que ele repassava as drogas no bairro Maria Lúcia.”

Ousadia

É a primeira vez que uma máquina de cartão é apreendida em um ponto de venda de drogas em Rio Preto, segundo a polícia. Assim que o equipamento for repassado para investigação, será periciado para verificar qual era o faturamento do tráfico e quem são os compradores da drogas. O diretor do Deinter, Raimundo Cortizzo, afirma que o uso do aparelho é gesto de ousadia do tráfico de drogas. 

“Era questão de tempo para que o crime organizado começasse a oferecer essa facilidade para os usuários de drogas, mas isso pode ser complicado para os traficantes, porque dá para fazer mais investigações”, diz o delegado. Com base nos dados da máquina, a DIG poderá conseguir mais provas para confirmar o envolvimento do suspeito com tráfico de entorpecentes.

 

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