Diário da Região

10/03/2017 - 00h00min

Proteja-se!

Mulher, o sexo frágil

Proteja-se!

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A mulher, desde a origem das civilizações, ocupou um papel de subordinação e opressão. Tida como um mero objeto, enquanto solteira, era posse de seu pai; ao casar-se, passava a ser posse do seu marido. Ao longo dos anos, as mulheres lutaram para conseguir sua autonomia na política, sociedade, igualdade nos salários, reconhecimento. São tantas Marias, Helenas, Amélias, mulheres que só reivindicam seu espaço.

As mulheres mostram sua força. Vivem jornadas duplas e até triplas, terminando o turno de serviço e iniciando o turno em casa. Fazem comida, dão banho nos filhos, ajudam na tarefa da escola e, ao fim do dia ou da noite, tentam descansar para, no dia seguinte, a luta se iniciar novamente. Mulheres guerreiras e de muita fibra. Quantas não passam a noite acordada com o filho no hospital e vão trabalhar no outro dia como se nada tivesse acontecido. E ainda conseguem dar colo e carinho para quem precisa.

Mas e hoje, elas conseguiram o seu lugar? Elas têm os seus direitos igualitários? Conseguiram o seu espaço e reconhecimento? E quanto à igualdade de que tanto se fala?

As mulheres evoluíram, assim como a sociedade. Dizer que leis e comportamentos são iguais para todos, seria não levar em consideração que as pessoas por si só são diferentes. Seria ignorar o princípio da igualdade: “devemos tratar igualmente os iguais e desigualmente os desiguais, na medida da sua desigualdade”. Por isso existem leis que mantêm essa igualdade quando for necessário, como a Lei Maria da Penha, que protege a mulher que está sendo torturada fisicamente ou psicologicamente.

Sim, somos diferentes, sensíveis e emotivas, choramos nos filmes, nos identificamos com situações tristes, sabemos como ninguém nos colocar no lugar do outro, porém somos firmes quando necessário. Nem sempre temos mãos macias, mas elas conseguem fazer acalentar e acalmar um coração como ninguém.

Hoje temos mulheres trabalhando em todas as carreiras profissionais, somos médicas, advogadas, policiais, engenheiras, caminhoneiras. Não há limites para estas mulheres.

Ah, Amélia que era mulher de verdade e não tinha a menor vaidade, como você mudou! Como você melhorou, sempre com seu batom na bolsa, seu salto no pé e com um sorriso no rosto. Sabe que a sua felicidade depende de você e de mais ninguém.

Hoje, certamente, Helena de Troia jamais ficaria anos presa num castelo inimigo. Consciente, ela estaria lutando pela sua liberdade.

PARABÉNS para todas as Anas, Marias, Joanas e demais mulheres pelo seu dia!

 

Fale com o Comandante

cpi5p5@policiamilitar.sp.gov.br

Dúvidas, críticas, solicitações ou sugestões podem ser encaminhadas ao e-mail acima. Por meio de sua assessoria, o Comandante do Policiamento do Interior responderá nesta coluna ou diretamente ao leitor.

A coluna Proteja-se! é coordenada pelo setor de Relações Públicas do CPI-5 e publicada toda sexta-feira no Diário da Região.

 

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