Diário da Região

07/03/2017 - 00h00min

INVESTIGAÇÃO

Bebê sofreu morte violenta, diz laudo do IML

INVESTIGAÇÃO

Mara Sousa 6/3/2017 Mãe de Emanuella:
Mãe de Emanuella: "Mais do que todo mundo, eu quero que a polícia esclareça o que aconteceu com a minha filha. Nós garantimos que não fizemos nada contra ela"

O laudo de necropsia do Instituto Médico Legal aponta que a pequena Emanuella, de apenas um ano, sofreu morte violenta, causada por politraumatismo e sinal de violência sexual.

A menina morreu na noite de sexta-feira, dia 3, mas o caso passou a ser investigado pela polícia a partir da denúncia de um médico da UPA da Vila Toninho, que suspeitou dos ferimentos no corpo do bebê, característicos de vítima de maus-tratos.

A mãe da criança, A.S.S., de apenas 19 anos de idade, nega que tenha espancado a própria filha. Também afirma que a menina não sofreu violência sexual. O caso está sendo investigado pela Delegacia de Defesa da Mulher.

A mãe disse à polícia que as marcas foram resultado de uma queda e de mordidas de outra filha, também criança. A princípio, o caso foi registrado como abandono de incapaz. No entanto, na manhã de sábado, dia 4, o delegado Eder Galavoti decidiu apurar a ocorrência e mandou deter os pais da criança para colher depoimentos.

Desconfiado, o delegado determinou que o corpo da menina passasse pelo IML. No exame ficou constatado politraumatismo. No corpo da criança, havia hematomas nos lábios, braço esquerdo e nas nádegas, conforme laudo assinado pelo médico legista Walfredo Cherubini Fogaça.

Caiu do sofá

Em entrevista ao Diário nesta segunda-feira, dia 6, a mãe da menina diz que os ferimentos foram causados por uma queda do sofá no dia 25 de fevereiro, na casa da família, na Vila Toninho, em Rio Preto.

"Assim que ouvi o barulho da minha filha caindo ao chão, eu corri com ela para o médico. Passei pela UPA da Vila Toninho, depois pela UPA Jaguaré, até que fomos encaminhados para a Santa Casa. Disseram ter feito até exames de raio-X, mas ninguém descobriu nada. Poucos dias depois, ela morreu", afirma a mãe da vítima.

Para a mãe, é absurdo a acusação de que ela e o marido tenham praticado qualquer tipo de violência contra bebê. " Mais do que todo mundo, eu quero que a polícia esclareça o que aconteceu com a minha filha. Nós garantimos que não fizemos nada contra ela", diz a mãe. A delegada da Mulher, Dálice Cerron, vai interrogar o pai, a mãe e familiares do casal para saber quais as circunstância em que vivia a criança. O corpo de Emanuella foi sepultad no sábado, dia 4.

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