Diário da Região

17/12/2016 - 00h00min

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Apreensão de armas cresce em Rio Preto

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O número de autuações por porte ilegal de armas cresceu 60% em 2016, em comparação com 2015 em Rio Preto. Foram 120 casos registrados de janeiro a outubro deste ano, contra 91 casos ocorridos em doze meses de 2015, conforme dados divulgados pela Secretaria de Segurança Pública. Também cresceu a quantidade de armas de fogo apreendidas nas ruas de Rio Preto. Foram 146 armas recolhidas, neste ano, enquanto que em 12 meses de 2015 foram 136 armas.

Além de maior fiscalização da polícia, os números mostram que a quantidade de armas nas mãos dos bandidos está maior. E isso reflete-se em assaltos. O número de roubos em Rio Preto cresceu 19%, na comparação com o ano passado. Neste ano, de janeiro a outubro, aconteceram 210 roubos a mais, chegando a um total de 1.308, contra 1.098 nos dez primeiros meses do ano passado.

 

Arte - Apreensão de armas - 17122016 clique na imagem para ampliar

O aumento da onda de violência pode ser confirmado também pelo crescimento de latrocínios, que são os roubos seguidos de assassinato. Enquanto no ano passado, uma pessoa foi morta durante assalto, o número de vítimas subiu para cinco em 2016, segundo o levantamento oficial. Segundo o major da Polícia Militar, Paulo Sérgio Martins, o crescimento das apreensões em 2016 é resultado do aumento das operações de fiscalizações. 

“Em 2015, as operações aconteciam geralmente entre a noite de sexta-feira e madrugada de sábado. Agora em 2016, resolvemos fazer varreduras três vezes por semana, em dias diferentes. Desta forma conseguimos surpreender as pessoas que transitam com armamento clandestino”, explica o major. De acordo com a PM, a maioria das armas apreendidas são de baixo calibre. Em geral, são revólveres de calibre 32 e 38, compradas no mercado negro de armas por valores que vão de R$ 200 a R$ 300, cada uma delas.

“Em 70% dos casos, as armas estão em poder de pessoas ligados ao crime. A numeração sempre é encontrada raspada, para dificultar o rastreamento e tentar impedir que seja descoberto se aquele revólver foi usado em mais de um crime”, diz o major. O restante das armas apreendidas estava em poder de pessoas que não tinham autorização para transitar armadas pelas ruas. Essa autorização é concedida em geral para policiais, guardas municipais, seguranças e raramente a pessoas sem ligação com o setor de segurança pública.

O delegado do Deinter 5 Raimundo Cortizzo afirma que as armas apreendidas, sempre passam por perícia, para verificar em quais crimes elas foram utilizadas. “Mesmo com a numeração raspada, dá para verificar por exame de balística se a bala daquele revólver ou pistola foi usada. Basta comparar com os projéteis recolhidos de cenas de crimes”, explica o delegado. Cada cano de arma deixa ranhuras específicas, em cada uma das balas, no momento em que são disparadas. As marcas são diferentes em todas as armas. Com as semelhanças dos riscos podem ser feitas as comparações.

 

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