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Quinta-feira, 18.05.17 às 00:00 / Atualizado em 17.05.17 às 23:28

Indústria regional ‘produz’ 1.050 vagas

Elton Rodrigues
Hamilton Pavam /Arquivo Usina de Biocombustíveis - 18052017
A fabricação de biocombustíveis foi a atividade que mais gerou empregos na região em abril

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Hamilton Pavam /Arquivo Usina de Biocombustíveis - 18052017
A fabricação de biocombustíveis foi a atividade que mais gerou empregos na região em abril

A indústria na região de Rio Preto gerou em abril 1.050 postos de trabalho segundo dados do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp). De acordo com os dados do Ciesp, as novas vagas de trabalho representaram uma variação positiva de 1,21%. Os números são diferentes dos dados do Caged porque os dois índices empregam metodologias diferentes em seus levantamento. Além disso, o Ciesp contabiliza uma região de 102 municípios, mais do que os 30 do Caged.

No ano, a região de Rio Preto avaliada pelo Ciesp registra um aumento de aproximadamente 2,5 mil postos (2,92% de variação positiva). Nos últimos 12 meses, o acumulado é de -2,15%, representando uma queda de aproximadamente 1.950 postos de trabalho. O bom resultado de abril foi influenciado pela variação positiva do setor de produtos alimentícios (2,44%), coque, petróleo e biocombustíveis (5,98%) e veículos automotores e autopeças (2,99%).

O diretor do Ciesp de Rio Preto, Fernando Lucas, afirma que os números mostram uma retomada lenta do setor e uma expectativa de melhora. "A indústria contrata quando tem pedido e demanda ou contrata apostando em uma demanda futura para treinar pessoal, investindo em novas linhas e mercado. Em ambos os casos a expectativa é positiva e mostra uma leve mudança na curva que só vinha para baixo", disse.

Crise altera comportamento entre pessoal desempregado

A falta de vagas no mercado de trabalho em Rio Perto e região provocou uma mudança de comportamento nos trabalhadores recém-demitidos. Em 2010, ano em que ocorreu um "boom" de emprego em todos os setores, as pessoas que ficaram desempregadas optavam por receber o seguro-desemprego sem pressa para arrumar outra colocação.

Na situação atual, por conta da escassez de vagas, quem fica desempregado tem mais pressa para recolocação no mercado de trabalho, segundo a diretora do Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT) de Rio Preto, Alerte Teles. "Antes, quem ficava desempregado entrava no seguro (desemprego) e esperava. Agora, está correndo logo atrás de outro trabalho", disse.

Por conta disso, aumentou o tempo para que o PAT consiga preencher uma vaga. O Posto leva cerca de 30 dias para fazer uma contratação, o dobro do que era em 2010. "São muitos candidatos e por isso a seleção ficou mais rígida e lenta. Antes dava para contratar mais rápido porque eram menos interessados e mais vagas", afirmou. O PAT, além de receber esses trabalhadores e fazer o cadastro deles para futuras vagas, também auxiliar os profissionais para dar entrada no seguro-desemprego. 

 

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