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Sexta-feira, 21.04.17 às 00:00 / Atualizado em 20.04.17 às 22:19

Construção ‘salva’ emprego em Rio Preto

Elton Rodrigues
Mara Sousa Construção civil - 21042017
A construção civil encerrou março com saldo positivo de 147 vagas

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Mara Sousa Construção civil - 21042017
A construção civil encerrou março com saldo positivo de 147 vagas

A construção civil contratou mais do que demitiu em março e fez Rio Preto fechar o mês com saldo positivo de 71 vagas de trabalho formal, a segunda variação positiva consecutiva no ano. O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, mostra que no mês passado foram registradas 4.593 contrações contra 4.522 demissões. No ano, o saldo é de 610 contratações, mas no acumulado dos últimos 12 meses a variação ainda é negativa em 2.805 postos de trabalho.

A cidade segue caminho oposto ao do Estado, que registrou variação negativa de 9.646 postos de trabalho em março, um acumulado de 314.006 vagas a menos nos últimos doze meses. Mas, com uma variação positiva de 7.163 no ano. Em março, em Rio Preto, o setor da construção civil foi o que manteve o bom desempenho. Foram 633 contratações e 486 demissões no período, um resultado positivo de 147 vagas. O diretor regional do SindusCon-SP, Germano Hernandes Filho, afirma que o aumento deve continuar nos próximos meses e o setor registrar crescimento neste ano. 

“Já temos um sinal de crescimento, os dados vem revelando isso. Não é nada volumoso, mas está mostrando que o número de contratações está crescendo e o setor não está demitindo”, disse. De acordo com ele, os empresários estão mais confiantes e de olho em novos investimentos, o que deve alavancar o número de contratações. “A nossa região é diferente do restante do Estado. Não temos uma euforia no mercado mesmo quando o mercado estadual está eufórico e também não temos nada tão depressivo como está o Estado atualmente. Temos uma estabilidade própria.

 

Arte - Caged - 21042017 clique na imagem para ampliar

Claro que teve a questão da retração da economia do país, mas os dados estão mostrando que o setor está mais confiante”, afirmou. Enquanto a construção civil registrou aumento e tem estimativa de mais contratações, o setor do comércio puxa os números de contratações para baixo. Em março foram 1.342 admissões e 1.475 demissões, saldo negativo de 133 postos.

Para o Ricardo Ismael, diretor-executivo do Sincomércio, a tendência é de queda no número de contratações, já que as empresas estão implantando serviços de autoatendimento. “Não é porque houve uma melhora na economia que vai ter um aumento nas contratações. O empresário está tentando investir em um tipo de atendimento que não precise de funcionário. Hoje a folha de pagamento e os encargos são muito onerosos para o empresário”, disse.

País perde 63,6 mil postos

O país perdeu 63.624 vagas de emprego formal em março, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta sexta-feira (20) pelo Ministério do Trabalho. No mesmo mês do ano passado, a retração foi de 118 mil postos de trabalho. Em fevereiro, o resultado havia sido positivo, com a criação de 35.612 vagas formais, o que levou o presidente Michel Temer a comemorar a retomada da criação de empregos depois de 22 meses seguidos de queda.

O mês de março apresentou uma variação negativa de -0,17% em relação ao estoque do mês anterior. Foram registradas 1.261.332 admissões contra 1.324.956 desligamentos. No acumulado do ano, a queda foi de 64.378 postos de trabalho. O comércio foi o setor que registrou maior retração em março (-33.909 postos), seguido do setor de serviços (-17.086 postos), construção civil (-9.059 postos), indústria de transformação (-3.499 postos) e agricultura (-3.471 postos).

De acordo com o ministério do Trabalho, tradicionalmente, os resultados de março sofrem forte influência de fatores sazonais negativos. Embora o saldo geral tenha sido negativo, alguns estados registraram bom desempenho na criação de empregos, como o Rio Grande do Sul (+5.236 postos), puxado pelos setores da Indústria de transformação e do comércio e Goiás (+4.304 postos), devido à expansão do setor da agropecuária.

 

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