Diário da Região

10/05/2019 - 19h56min

NOVA VIDA

HB realiza dois transplantes de pulmão em três dias

Dois homens, de 56 e 58 anos, receberam os órgãos e se recuperam bem na UTI

Divulgação Henrique Nietmann (azul), cirurgião, durante a busca do pulmão doado, captado em Presidente Prudente
Henrique Nietmann (azul), cirurgião, durante a busca do pulmão doado, captado em Presidente Prudente

Em três dias, dois pacientes que aguardavam um transplante de pulmão receberam os órgãos no Hospital de Base, em Rio Preto. A primeira cirurgia aconteceu na terça-feira, 7, e a segunda nesta quinta, 9. Foram os dois primeiros procedimentos do tipo na instituição. "A gente estava ansioso em fazer um transplante esse ano, quando vieram as ofertas, vieram logo dois. Foi uma correria contra o tempo para fazer os dois transplantes nos dois pacientes, mas deu tudo certo", diz Henrique Nietmann, cirurgião cardiotorácico e chefe do serviço de transplante de pulmão do Hospital de Base. 

O primeiro órgão, o pulmão direito, foi doado por uma paciente de 57 anos que faleceu no Hospital de Base após um acidente vascular cerebral (AVC). Dela, também foram doados o fígado e as córneas. O receptor é Cláudio dos Santos, morador de Bady Bassitt que está internado na UTI, onde se recupera bem. Ele já andando e falando.

O segundo pulmão veio de Presidente Prudente, de uma mulher de 46 anos que estava internada no Hospital Regional e faleceu após um acidente vascular cerebral. O órgão foi buscado de avião. Também veio para Rio Preto um rim, que foi recebido por uma paciente de 35 anos, moradora de Vitória Brasil. Quem recebeu os dois pulmões foi João Aires de Oliveira, de 56 anos, de José Bonifácio. A cirurgia durou 12 horas e terminou na noite de quinta-feira, 9. Ele está na UTI se recuperando.

Dois transplantes de pulmão em um intervalo tão curto é um fato inédito no Hospital de Base, que desde o início do serviço, em 2016, já realizou 13 procedimentos do tipo. Nove pacientes estão vivos. “No Brasil, a gente só consegue aproveitar de 5 a 10% da oferta de pulmões. Isso já não acontece com outros órgãos, nos quais esta taxa é de 30% a 40%. Por isso, é normal termos um transplante a cada dois meses. Então, estamos mesmo comemorando por que é raro acontecer isso. Claro, estamos trabalhando para expandirmos mais o Serviço e buscar realizar mais transplantes dentro da oferta nacional”, explica Nietmann.

Confira a reportagem completa na edição deste sábado, 10, do jornal Diário da Região. 

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