Diário da Região

08/05/2019 - 11h47min

CRIADOUROS

Infestação do Aedes preocupa em Rio Preto

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, o índice atual ainda não é satisfatório

Mara Sousa/Arquivo O resultado geral ficou em 1,8%, o que significa que dos 20 mil imóveis vistoriados, 360 estavam com larvas do mosquito
O resultado geral ficou em 1,8%, o que significa que dos 20 mil imóveis vistoriados, 360 estavam com larvas do mosquito

A Secretaria Municipal de Saúde, por meio da Vigilância Ambiental, realizou, na primeira quinzena de abril, o levantamento do índice de infestação do Aedes aegypti, nas 27 áreas de abrangência do município. O resultado geral ficou em 1,8%, o que significa que dos 20 mil imóveis vistoriados, 360 estavam com larvas do mosquito.

Em comparação a janeiro, o município apresentou queda de 1,9%, já que, naquele mês, 3,7% dos domicílios da cidade estavam com larvas do Aedes. No entanto, o índice atual ainda não é satisfatório. "De acordo com as diretrizes do Ministério da Saúde, para apresentarmos um resultado satisfatório, o índice deve estar igual ou abaixo de 1%. No entanto, essa queda mostra que as ações de eliminação de criadouros apresentaram o resultado desejado, ou seja, a diminuição dos focos de larvas", explica o gerente da Vigilância Ambiental, Abner Alves.

As áreas com maiores índices de infestação são Solo Sagrado, com 6,7%, e Parque da Cidadania, com 6,6%. Já os menores índices estão no Caic e Anchieta, com 0,2%. Em janeiro, as áreas com maior índice foram Solo Sagrado, com 9,5%, e Cidade Jardim, com 7,9%.

Os principais criadouros encontrados nos imóveis são vasos de planta com água, prato/pingadeira, vasilhame de água para animal, latas, frascos e plásticos diversos. "A exemplo do que encontramos em janeiro, os principais criadouros são aqueles que apresentam alguma utilidade para o morador, mas que não receberam os devidos cuidados. Por isso, solicitamos à população maior empenho para garantir que em suas casas não permaneçam objetos que possam acumular água e desta forma servir de criadouros para o mosquito", afirma.

Mutirão

Para combater o mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya, uma das ações da Vigilância Ambiental é o mutirão dos agentes de saúde, aos sábados. Até agora, foram mais de 60 mil vistorias realizadas, desde o início do mutirão, em 16 de fevereiro. Com a epidemia de dengue, a ação continua durante o mês de maio.

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