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06/12/2017 - 22h15min / Atualizado 07/12/2017 - 09h54min

SEM REPAROS

Uma semana depois, Murchid Homsi ainda tem pontos danificados

Os estragos não foram sequer sinalizados pela Prefeitura

Elton Rodrigues 06/12/2017 Buraco formado na calçada em cruzamento com a rua Padre José Bento
Buraco formado na calçada em cruzamento com a rua Padre José Bento

Passada uma semana da forte chuva que caiu em Rio Preto e provocou enchente em avenidas, entre outros danos, a avenida Murchid Homsi, uma das devastadas pela enxurrada, continua pedindo socorro. Os estragos não foram sequer sinalizados pela Prefeitura.

Durante a chuva do dia 30, o nível da água do córrego Aterradinho subiu e a força da água provocou estragos em três cruzamentos da avenida.

Os medidores da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) marcaram 62 milímetros de chuva em uma hora, o que provocou pontos de alagamentos nas avenidas Alberto Andaló, Bady Bassitt e Murchid Homsi.

A Murchid, que não fez parte das obras antienchente, foi a mais atingida. Na travessa da rua Padre José Bento os estragos foram piores. Parte de uma das calçadas foi arrancada, obrigando o pedestre a ter de passar pela rua. Um desavisado pode inclusive cair no buraco formado no solo e que só termina no leito do córrego, já que o local não está sinalizado.

Na rua da Imprensa, uma das grades de proteção foi levada com a força da água. Apenas um pedaço restou e está segurando uma outra parte que foi arrancada - recolocada de maneira incorreta.

A comerciante Sidnei Aparecida Ferro, 63 anos, caminhava pelo local na tarde desta quarta-feira, dia 6, e preferiu trocar de calçada com medo da passagem sem corrimão.

"Um absurdo deixar isso assim. Passa muito idoso aqui. Deveriam arrumar já no dia seguinte ou pelo menos sinalizar com alguma coisa. Essa avenida está abandonada", disse.

Apesar de o prefeito Edinho Araújo alegar que o problema das enchentes na avenida Murchid Homsi é novo, a comerciante alega que sempre que chove forte a avenida é alagada e o comércio e motoristas são afetados.

"Gastaram milhões para resolver os problemas em outras avenidas e não resolveu. Pelo contrário, piorou, pelo menos aqui. Quando chove inunda. Teve comércio que perdeu mesa e cadeira. Até carros foram arrastados durante a chuva", afirmou.

A um quarteirão dali, na rua Olavo Bilac, cruzamento com a avenida Murchid Homsi, parte da grade de proteção foi danificada. Uma árvore que ficava na margem do córrego Aterradinho caiu e derrubou a grade. A calçada também está parcialmente danificada e não está sinalizada, o que oferece riscos aos pedestres.

A Secretaria de Serviços Gerais informou nesta quarta-feira, dia 6, que desde o dia posterior ao da chuva está trabalhando no conserto dos estragos e que os reparos nas calçadas da avenida Murchid Homsi estão na programação, porém não deu data para a realização das obras no local.

Sobre as grades, a pasta alegou que as novas estão sendo confeccionadas na serralheria da Prefeitura e assim que ficarem prontas serão instaladas. A previsão é de no máximo 15 dias.

Chuva forte arrasta carro e alaga restaurante

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Defesa Civil de Catanduva precisou intervir para resgatar pessoas que estavam no veículo

CIDADES

A forte chuva desta terça-feira, 5, provocou estragos em cidades da região. Em Catanduva, a água chegou a invadir um restaurante, além de algumas lojas. De acordo com a Defesa Civil da cidade, em uma hora foram contabilizados 58 milímetros de chuva. Também foram registrados vários pontos de alagamento, sendo que na maioria dos locais o problema foi causado pela falta de vazão de água.

Entre as regiões atingidas em Catanduva, estão as ruas do bairro Vila Engrácia, rua Paraíba, avenidas José Nelson Machado, Antonio Girol e São José do Rio Pardo. A água chegou também a invadir o conjunto esportivo.

O principal rio que corta a cidade, o São Domingos, atingiu sua capacidade máxima. Já o córrego Minguta transbordou e a força da água chegou a arrastar um carro.

Segundo informações da Defesa Civil, ninguém se feriu. Além disso, vários trechos da cidade foram interditados no momento de chuva, tendo sido liberados no final da noite.

(colaborou Rone Carvalho)

 

 

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