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03/11/2017 - 11h57min / Atualizado 03/11/2017 - 14h03min

CASO KELLY

Suspeito de matar Kelly era foragido de 'saidinha'

Divulgação/Polícia Militar Jonathan Pereira do Prado
Jonathan Pereira do Prado

O suspeito de matar a vendedora Kelly Cristina Cadamuro, 22 anos, que solicitou a carona por meio do WhatsApp, é foragido de 'saidinha' temporária. 

Segundo a Polícia Civil de Rio Preto, Jonathan Pereira do Prado, 33 anos, foi liberado, junto a outros 1.517 detentos, do Centro de Progressão Penitenciária (CPP) de Rio Preto no dia 24 de março, na primeira saidinha temporária do ano autorizada pela Justiça.

O suspeito possui diversas passagens pela polícia, incluindo crimes de roubo, estelionato e lesão corporal enquadrada na lei Maria da Penha. Dois mandados de prisão estão em aberto contra Jonathan, um expedido em fevereiro de 2013 e outro em abril deste ano, após fugir do CPP.

Jonathan está preso na Cadeia de Frutal e em depoimento na manhã desta sexta-feira, confessou ter roubado e matado a jovem durante viagem a Itapagipe.

A Polícia Civil de Frutal está tratando a morte de Kelly como latrocínio (roubo seguido de morte), embora o delegado responsável pelo caso, Bruno Giovannini de Paulo, não descarte outras hipóteses.

Entenda o caso

Kelly era moradora de Guapiaçu e estava desaparecida desde a noite de quarta-feira, 1º, quando saiu para visitar o namorado, que mora em Itapagipe. Por meio de um grupo no WhatsApp, a vendedora combinou de dar carona a um homem até a cidade mineira.

De acordo com familiares, a jovem encontrou o homem na Praça Cívica, em Rio Preto, e, de lá, os dois seguiram para Itapagipe. O último contato de Kelly com a família foi por volta das 19h, quando ela parou para abastecer em um posto de combustíveis na BR-153, em Nova Granada.

Às 19h53, o carro de Kelly passou por um pedágio em Fronteira. Imagens da vendedora realizando o pagamento foram captadas pelas câmeras de segurança. Às 21h, o carro passa novamente pelo mesmo local, mas, desta vez, é um homem quem dirige o veículo.

Preocupados com o paradeiro da jovem, familiares e amigos acionaram a polícia e deram início às buscas. Na manhã desta quinta-feira, o carro dela foi encontrado entre Mirassol e Mirassolândia. O veículo estava sem as rodas, o som e sujo de terra.

O corpo só foi encontrado na tarde desta quinta, pela Polícia Militar de Frutal.

Jonathan pediu a carona para Kelly em um grupo de WhatsApp. Segundo apurado pela polícia, ele era ativo no grupo e ainda estava incluído nele até sua prisão. A mãe do suspeito é moradora da zona rural de Itapagipe.

(Colaborou Arthur Avila)

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