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02/11/2017 - 19h37min / Atualizado 03/11/2017 - 00h40min

CRIME BÁRBARO

Polícias Civil e Militar procuram assassino de vendedora

Moradora de Guapiaçu foi encontrada com as mãos e o pescoço amarrados, em um córrego entre Itapagipe e Frutal

Reprodução Imagens do pedágio em Fronteira (MG) mostram um homem dirigindo o carro de Kelly; veículo foi encontrado depenado entre Mirassol e Mirassolândia
Imagens do pedágio em Fronteira (MG) mostram um homem dirigindo o carro de Kelly; veículo foi encontrado depenado entre Mirassol e Mirassolândia

As polícias Civil e Militar de São Paulo e de Minas Gerais estão mobilizadas para identificar e localizar o assassino da vendedora Kelly Cristina Cadamuro, 22 anos, encontrada morta na tarde desta quinta-feira, 2, próximo a um córrego em uma área rural entre Itapagipe e Frutal, em Minas Gerais.

Kelly era moradora de Guapiaçu e estava desaparecida desde a noite de quarta-feira, 1º, quando saiu para visitar o namorado, que mora em Itapagipe. Por meio de um grupo no WhatsApp, a vendedora combinou de dar carona a um homem até a cidade mineira.

De acordo com familiares, a jovem encontrou o homem na Praça Cívica, em Rio Preto, e, de lá, os dois seguiram para Itapagipe. O último contato de Kelly com a família foi por volta das 19h, quando ela parou para abastecer em um posto de combustíveis na BR-153, em Nova Granada.

Às 19h53, o carro de Kelly passou por um pedágio em Fronteira. Imagens da vendedora realizando o pagamento foram captadas pelas câmeras de segurança. Às 21h, o carro passa novamente pelo mesmo local, mas, desta vez, é um homem quem dirige o veículo.

Preocupados com o paradeiro da jovem, familiares e amigos acionaram a polícia e deram início às buscas. Na manhã desta quinta-feira, o carro dela foi encontrado entre Mirassol e Mirassolândia. O veículo estava sem as rodas, o som e sujo de terra.

O corpo só foi encontrado na tarde desta quinta, pela Polícia Militar de Frutal. Segundo o major Ivanildo Gomes dos Santos, comandante da 4ª companhia da Polícia Militar em Frutal, Kelly estava seminua, com as mãos e o pescoço amarrados e com sinais de violência. "Estamos todos mobilizados - as polícias Militar e Civil de São Paulo e Minas Gerais - para identificar e prender o autor desse crime", afirmou o major.

A perícia técnica foi até o local onde o corpo foi encontrado para tentar encontrar pistas que possam levar ao assassino. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Frutal para passar por autópsia e, posteriormente, ser liberado aos familiares, que foram até a cidade mineira para reconhecer o corpo.

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